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Eleições 2026

Camasão faz 43.869 votos e fica fora em Santa Catarina

Totalização do TSE fechou as 40 vagas da Assembleia; Anna Carolina entrou com 25.647 votos, e o PL fez a maior bancada.

Publicado em · 13 min de leitura
Camasão faz 43.869 votos e fica fora em Santa Catarina
Foto: Adrianoflorianopolis / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Resumo da notícia

  • A totalização do TSE foi finalizada às 21:55:55 de 04/10/2026, com 100,00% das seções apuradas em Santa Catarina.
  • Camasão ficou fora mesmo com 43.869 votos, acima dos 25.647 de Anna Carolina, por causa da regra proporcional.
  • O PL fez 16 das 40 vagas, a maior bancada da Assembleia, e a disputa teve quociente eleitoral de 106.777 votos.
  • O comparecimento foi de 4.634.550 eleitores, com 1.084.991 abstenções e 4.288.337 votos válidos.

Santa Catarina fechou a totalização do primeiro turno das Eleições 2026 para deputado estadual às 21:55:55 de 04/10/2026, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As 40 vagas da Assembleia ficaram definidas em uma disputa proporcional que deixou um candidato com mais votos do que uma eleita sem cadeira.

O caso mais evidente da apuração foi a diferença entre Camasão, que recebeu 43.869 votos e não se elegeu, e Anna Carolina, que entrou com 25.647. A totalização foi finalizada com 100,00% das seções apuradas, em um estado com 5.719.541 eleitores aptos nas seções totalizadas.

Seções totalizadas17.326 de 17.326 (100,00%)
Eleitorado apto5.719.541
Compareceram4.634.550 (81,03%)
Abstenção1.084.991 (18,97%)
Votos válidos4.288.337 (92,53%)
Votos em branco235.529 (5,08%)
Votos nulos110.684 (2,39%)
Votos de legenda216.297

Como terminou a totalização para deputado estadual

O TSE confirmou 40 eleitos para as 40 vagas em disputa. O resultado foi definido pela soma dos votos nominais e dos votos de legenda, dentro da regra proporcional usada para o cargo.

Nessa lógica, o voto dado a um nome ajuda, mas não decide sozinho. A legenda precisa alcançar espaço na distribuição das cadeiras e, depois disso, as vagas vão para os candidatos mais votados dentro do próprio partido ou federação.

O quociente eleitoral nesta eleição foi de 106.777 votos. Esse número é o divisor que orienta a distribuição inicial das vagas entre partidos e federações.

Como a eleição é proporcional, a votação de um candidato pode ficar acima da de outro e, ainda assim, não garantir mandato. O desempenho coletivo da legenda entra antes da ordem individual de preferência entre os nomes.

Quem recebeu mais votos na disputa

Ana Campagnolo ficou na dianteira da apuração, com 387.523 votos. Luciane Carminatti apareceu na sequência, com 124.590, e Sérgio Guimarães fechou o terceiro lugar entre os eleitos, com 87.761.

Depois deles, os números seguiram em sequência entre os nomes classificados. Lucas Neves somou 82.706 votos, Dr. Vicente fez 79.663, Guilherme Colombo recebeu 76.041 e Fernando Krelling alcançou 70.506.

Na parte intermediária da lista, os votos ficaram muito próximos em várias posições. Mauro de Nadal teve 65.369, Marquito 65.199 e Massocco 64.805, todos dentro de uma faixa apertada de disputa pela composição da Assembleia.

Também entraram na relação os nomes que ultrapassaram a linha de votação suficiente para ocupar vaga pela regra da legenda ou pela média. Camilo Martins fechou com 63.933, Jessé Lopes com 61.781, Clesio Salvaro com 58.480 e Pepê Collaço com 57.470.

Na reta final da lista dos eleitos, os números ficaram mais baixos, mas ainda dentro do total necessário para a composição final. Anna Carolina terminou com 25.647 votos, o menor desempenho entre os eleitos.

Por que Camasão ficou fora

Camasão ficou entre os mais votados que não se elegeram, mesmo com 43.869 votos. O caso chama atenção porque a votação individual superou a de Anna Carolina, que foi eleita com número menor.

Isso ocorre porque a eleição é proporcional. O candidato precisa estar em uma legenda que alcance vagas na distribuição inicial e, depois, competir com os colegas de partido ou federação pela ordem de votação.

Na lista dos primeiros suplentes da legenda, Camasão apareceu na frente com a maior votação entre os não eleitos. Também ficaram nessa relação Deputado Marcos Vieira, Gean Loureiro, Jair Miotto, Ivan Naatz, Liba, Evandro Scaini, Ricardo Pastrana, João Cobalchini e Marlene Fengler.

Esse tipo de resultado acontece quando o desempenho do partido ou da federação não leva a cadeira suficiente para todos os nomes muito votados. O sistema combina o total coletivo com a colocação de cada candidato dentro da chapa.

Como ficou a divisão por partidos e federações

O PL fez 1.446.212 votos nominais somados e elegeu 16 deputados, a maior bancada da Assembleia. O partido também lançou 38 candidatos.

O PT, na federação PT/PC do B/PV, somou 441.209 votos, apresentou 30 candidatos e fez 5 eleitos. O MDB fechou com 362.961 votos, 25 candidatos e 4 cadeiras.

REPUBLICANOS registrou 325.122 votos, com 30 nomes na disputa e 3 eleitos. O PSD teve 312.992 votos, 18 candidatos e 3 vagas. UNIÃO, na federação UNIÃO/PP, somou 255.778 votos, 19 candidatos e 2 eleitos.

PODE alcançou 191.466 votos, com 39 candidatos e 2 eleitos. O PP, na mesma federação UNIÃO/PP, fez 190.345 votos, lançou 21 candidatos e também elegeu 2. O NOVO somou 183.117 votos e uma vaga.

PSOL, na federação PSOL/REDE, obteve 128.363 votos e 1 eleito. O PDT fechou com 91.971 votos e 1 cadeira. Já PSDB, MISSÃO, PCDOB, PRD, CIDADANIA, AVANTE, SOLIDARIEDADE, PSTU e REDE não elegeram representantes.

Quais candidatos entraram por quociente e por média

Entre os eleitos, a maior parte entrou por QP, isto é, pelo quociente partidário. Também houve nomes eleitos por média, mecanismo usado na etapa seguinte da distribuição das cadeiras.

Na lista divulgada pelo TSE, Tiago Zilli entrou por média, assim como Chica do Eskudlark, Fabio Botelho, Marcius Machado, Napoleão Bernardes, Padre Pedro e Rodrigo Minotto. Os demais eleitos constam como eleitos por QP.

Essa diferença ajuda a explicar por que uma legenda pode ampliar sua presença mesmo depois da divisão inicial das vagas. O sistema combina a força coletiva do partido ou federação com a ordem individual de votação de cada candidato.

Na prática, a vaga pode surgir primeiro para a legenda e, depois, para o nome mais bem colocado dentro dela. Por isso, a apuração mistura desempenho partidário e votação nominal em uma mesma conta.

O que dizem os números da participação

A comparecimento chegou a 4.634.550 eleitores, o que representa 81,03% do eleitorado apto nas seções totalizadas. A abstenção ficou em 1.084.991, equivalente a 18,97%.

Os votos válidos somaram 4.288.337 e corresponderam a 92,53% do total de votos. Dentro desse conjunto, os votos nominais chegaram a 4.054.787 e os votos de legenda, a 216.297.

Os votos em branco foram 235.529, enquanto os nulos chegaram a 110.684. Esses dois grupos representam votos registrados, mas que não entram na contagem dos válidos para a distribuição das vagas.

O total de seções encerradas foi de 17.326 de 17.326. Com isso, a apuração fechou sem pendências num universo já consolidado pela Justiça Eleitoral.

Como funciona a regra do cargo

Deputado estadual é um cargo proporcional. Isso significa que a disputa começa pela força de cada partido ou federação na soma dos votos, e não apenas pela votação individual de cada candidato.

Na distribuição, a legenda precisa atingir o quociente eleitoral para entrar na divisão das vagas. Depois, as cadeiras vão sendo preenchidas conforme a ordem dos mais votados dentro dessa mesma legenda.

Por isso, a lista final pode reunir nomes com votações muito distintas. Um candidato com menos votos pode entrar porque a legenda alcançou cadeira, enquanto outro, com votação maior, pode ficar fora se o partido não avançar na distribuição.

A eleição de Santa Catarina mostrou essa lógica com clareza. A mesma regra também explica por que os eleitos aparecem com situações diferentes na tabela do TSE, alguns por QP e outros por média.

Quem ficou entre os suplentes mais votados

Entre os primeiros suplentes da legenda, Camasão liderou a lista dos não eleitos. Depois dele vieram Deputado Marcos Vieira, Gean Loureiro, Jair Miotto, Ivan Naatz, Liba, Evandro Scaini, Ricardo Pastrana, João Cobalchini e Marlene Fengler.

Esses nomes ficaram nas posições imediatamente posteriores às vagas ocupadas pelos eleitos. A ordem dos suplentes também segue a votação obtida por cada candidato dentro da respectiva legenda.

O grupo mostra a diferença entre votação individual e acesso efetivo à cadeira. Em uma eleição proporcional, o volume de votos do candidato precisa caminhar junto com o desempenho da chapa.

Qual foi o perfil etário dos eleitos

Entre os eleitos, o mais novo tinha 28 anos e o mais velho, 74. A média de idade ficou em 51 anos.

Esse perfil aparece como dado complementar da composição final, mas não altera a regra da disputa nem a distribuição das cadeiras. A eleição continua condicionada ao desempenho da legenda e à ordem de votação dos candidatos.

Os números ajudam a dimensionar a composição geral da Assembleia, mas não interferem na validade dos votos nem na classificação final divulgada pelo TSE.

O que acontece agora com os eleitos

Com a totalização encerrada, a próxima etapa é a diplomação pela Justiça Eleitoral, prevista para dezembro de 2026. Depois disso, os deputados estaduais tomam posse em 1º de fevereiro de 2027.

O mandato dura quatro anos. Até a posse, a lista divulgada pelo TSE apenas confirma os nomes que vão compor a Assembleia Legislativa de Santa Catarina na legislatura seguinte.

A diplomação encerra a etapa formal da eleição para cada eleito, e a posse marca o início do exercício do cargo. Entre uma fase e outra, não há mudança na ordem final apresentada pela totalização.

Perguntas frequentes

Quantas seções foram totalizadas em Santa Catarina?
Foram 17.326 de 17.326, o equivalente a 100,00%.

Qual foi o quociente eleitoral da disputa?
O quociente eleitoral foi de 106.777 votos.

Qual partido fez a maior bancada?
O PL ficou com 16 das 40 vagas.

Quantos votos válidos houve na eleição?
Foram 4.288.337 votos válidos.

Quantos votos em branco e nulos apareceram na totalização?
Houve 235.529 votos em branco e 110.684 votos nulos.

Quando a Justiça Eleitoral faz a diplomação?
Em dezembro de 2026.

Quando começa o mandato dos deputados estaduais eleitos?
Em 1º de fevereiro de 2027.

Quantos candidatos estavam na disputa por partido?
O número varia por legenda, de 2 a 39 candidatos, conforme a tabela do TSE.

Quantos deputados foram eleitos por média?
Sete nomes aparecem nessa situação na lista divulgada pelo TSE.

  • PL: 1.446.212 votos nominais, 16 eleitos
  • PT (federação PT/PC do B/PV): 441.209 votos nominais, 5 eleitos
  • MDB: 362.961 votos nominais, 4 eleitos
  • REPUBLICANOS: 325.122 votos nominais, 3 eleitos
  • PSD: 312.992 votos nominais, 3 eleitos
  • UNIÃO (federação UNIÃO/PP): 255.778 votos nominais, 2 eleitos
  • PODE: 191.466 votos nominais, 2 eleitos
  • PP (federação UNIÃO/PP): 190.345 votos nominais, 2 eleitos
  • NOVO: 183.117 votos nominais, 1 eleito
  • PSOL (federação PSOL/REDE): 128.363 votos nominais, 1 eleito
  • PDT: 91.971 votos nominais, 1 eleito
  • PSDB (federação PSDB/CIDADANIA): 61.593 votos nominais, 0 eleitos
  • MISSÃO: 31.723 votos nominais, 0 eleitos
  • PCDOB (federação PT/PC do B/PV): 24.223 votos nominais, 0 eleitos
  • PRD (federação PRD/SOLIDARIEDADE): 12.269 votos nominais, 0 eleitos
  • CIDADANIA (federação PSDB/CIDADANIA): 8.390 votos nominais, 0 eleitos
  • AVANTE: 2.214 votos nominais, 0 eleitos
  • SOLIDARIEDADE (federação PRD/SOLIDARIEDADE): 714 votos nominais, 0 eleitos
  • PSTU: 691 votos nominais, 0 eleitos
  • REDE (federação PSOL/REDE): 415 votos nominais, 0 eleitos

Suplentes mais votados

  1. Camasão (PSOL): 43.869 votos (1,02%)
  2. Deputado Marcos Vieira (PSDB): 37.916 votos (0,88%)
  3. Gean Loureiro (UNIÃO): 37.804 votos (0,88%)
  4. Jair Miotto (PL): 36.971 votos (0,86%)
  5. Ivan Naatz (PL): 35.606 votos (0,83%)
  6. Liba (PSD): 32.689 votos (0,76%)
  7. Evandro Scaini (PP): 29.187 votos (0,68%)
  8. Ricardo Pastrana (PSD): 28.423 votos (0,66%)
  9. João Cobalchini (MDB): 28.403 votos (0,66%)
  10. Marlene Fengler (PSD): 27.189 votos (0,63%)

Os eleitos, um por um

  1. Ana Campagnolo (PL, nº 22222): 387.523 votos (9,04% dos válidos), Eleito por QP
  2. Luciane Carminatti (PT, nº 13601): 124.590 votos (2,91% dos válidos), Eleito por QP
  3. Sérgio Guimarães (UNIÃO, nº 44500): 87.761 votos (2,05% dos válidos), Eleito por QP
  4. Lucas Neves (REPUBLICANOS, nº 10282): 82.706 votos (1,93% dos válidos), Eleito por QP
  5. Dr. Vicente (UNIÃO, nº 44000): 79.663 votos (1,86% dos válidos), Eleito por QP
  6. Guilherme Colombo (PL, nº 22333): 76.041 votos (1,77% dos válidos), Eleito por QP
  7. Fernando Krelling (MDB, nº 15655): 70.506 votos (1,64% dos válidos), Eleito por QP
  8. Mauro de Nadal (MDB, nº 15220): 65.369 votos (1,52% dos válidos), Eleito por QP
  9. Marquito (PSOL, nº 50150): 65.199 votos (1,52% dos válidos), Eleito por QP
  10. Massocco (PL, nº 22150): 64.805 votos (1,51% dos válidos), Eleito por QP
  11. Camilo Martins (PL, nº 22369): 63.933 votos (1,49% dos válidos), Eleito por QP
  12. Jessé Lopes (PL, nº 22022): 61.781 votos (1,44% dos válidos), Eleito por QP
  13. Clesio Salvaro (PSD, nº 55111): 58.480 votos (1,36% dos válidos), Eleito por QP
  14. Pepê Collaço (PP, nº 11223): 57.470 votos (1,34% dos válidos), Eleito por QP
  15. Carlos Humberto (PL, nº 22444): 55.486 votos (1,29% dos válidos), Eleito por QP
  16. Oscar Gutz (PL, nº 22470): 51.953 votos (1,21% dos válidos), Eleito por QP
  17. Osmar Teixeira (PODE, nº 20106): 48.994 votos (1,14% dos válidos), Eleito por QP
  18. Jean Volpato (PT, nº 13313): 48.204 votos (1,12% dos válidos), Eleito por QP
  19. Delegado Ulisses Gabriel (PL, nº 22111): 48.130 votos (1,12% dos válidos), Eleito por QP
  20. Altair Silva (PP, nº 11130): 46.919 votos (1,09% dos válidos), Eleito por QP
  21. Marcos da Rosa (PL, nº 22077): 46.523 votos (1,08% dos válidos), Eleito por QP
  22. Jerry Comper (MDB, nº 15010): 45.603 votos (1,06% dos válidos), Eleito por QP
  23. Maurício Peixer (PL, nº 22122): 44.158 votos (1,03% dos válidos), Eleito por QP
  24. Juliana Maciel (PL, nº 22200): 43.142 votos (1,01% dos válidos), Eleito por QP
  25. Sorgatto (PL, nº 22234): 42.513 votos (0,99% dos válidos), Eleito por QP
  26. Wilian Tonezi (PL, nº 22001): 42.342 votos (0,99% dos válidos), Eleito por QP
  27. Tiago Zilli (MDB, nº 15789): 41.548 votos (0,97% dos válidos), Eleito por média
  28. Bruno Souza (PL, nº 22722): 40.327 votos (0,94% dos válidos), Eleito por QP
  29. Chica do Eskudlark (PL, nº 22822): 39.929 votos (0,93% dos válidos), Eleito por média
  30. Fabio Botelho (PODE, nº 20020): 39.164 votos (0,91% dos válidos), Eleito por média
  31. Marcius Machado (PL, nº 22123): 37.061 votos (0,86% dos válidos), Eleito por média
  32. Fabiano da Luz (PT, nº 13500): 35.029 votos (0,82% dos válidos), Eleito por QP
  33. Mário Motta (PSD, nº 55555): 34.977 votos (0,82% dos válidos), Eleito por QP
  34. Napoleão Bernardes (PSD, nº 55777): 34.949 votos (0,81% dos válidos), Eleito por média
  35. Neodi Saretta (PT, nº 13120): 34.841 votos (0,81% dos válidos), Eleito por QP
  36. Sergio Motta (REPUBLICANOS, nº 10123): 33.758 votos (0,79% dos válidos), Eleito por QP
  37. Padre Pedro (PT, nº 13987): 33.304 votos (0,78% dos válidos), Eleito por média
  38. Odair Tramontin (NOVO, nº 30300): 32.134 votos (0,75% dos válidos), Eleito por QP
  39. Rodrigo Minotto (PDT, nº 12345): 27.918 votos (0,65% dos válidos), Eleito por média
  40. Anna Carolina (REPUBLICANOS, nº 10200): 25.647 votos (0,60% dos válidos), Eleito por QP

Cadeiras por partido

Perguntas frequentes

Quantas seções foram totalizadas em Santa Catarina?

Foram 17.326 de 17.326, o equivalente a 100,00%.

Qual foi o quociente eleitoral da disputa?

O quociente eleitoral foi de 106.777 votos.

Qual partido fez a maior bancada?

O PL ficou com 16 das 40 vagas.

Quantos votos válidos houve na eleição?

Foram 4.288.337 votos válidos.

Quantos votos em branco e nulos apareceram na totalização?

Houve 235.529 votos em branco e 110.684 votos nulos.

Quando a Justiça Eleitoral faz a diplomação?

Em dezembro de 2026.

Quando começa o mandato dos deputados estaduais eleitos?

Em 1º de fevereiro de 2027.

Quantos deputados foram eleitos por média?

Sete nomes aparecem nessa situação na lista divulgada pelo TSE.

Com informações de Tribunal Superior Eleitoral.

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