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Eleições 2026

Hilton Coelho faz 64.500 e fica fora na Bahia

Totalização do TSE confirmou 63 deputados estaduais na Bahia e mostrou candidato mais votado fora da lista de eleitos.

Publicado em · 14 min de leitura
Hilton Coelho faz 64.500 e fica fora na Bahia
Foto: Agecom Bahia / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Resumo da notícia

  • Ivana Bastos foi a mais votada na Bahia, com 203.202 votos, na totalização finalizada pelo TSE.
  • Hilton Coelho teve 64.500 votos e não entrou entre os eleitos, enquanto Cacau da Mata ficou com a última vaga.
  • O PT terminou com a maior bancada, 14 das 63 cadeiras da Assembleia Legislativa.
  • A apuração registrou 80,02% de comparecimento e 19,98% de abstenção.

Ivana Bastos recebeu 203.202 votos e foi a mais votada para deputado estadual na Bahia, segundo a totalização finalizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 00:51:09 de 05/10/2026.

O resultado confirmou as 63 vagas da Assembleia Legislativa. O destaque da disputa ficou fora da lista de eleitos: Hilton Coelho somou 64.500 votos e não obteve cadeira, enquanto Cacau da Mata entrou com 47.216.

Como terminou a totalização na Bahia

A apuração no estado alcançou 35.476 seções totalizadas, o equivalente a 100,00% do conjunto informado pelo TSE. O eleitorado apto nessas seções foi de 11.304.314 pessoas.

O comparecimento chegou a 9.046.179 eleitores, o que deixou a abstenção em 2.258.135. Entre os votos apurados, 8.187.179 foram válidos, 463.958 em branco e 395.042 nulos.

Dentro dos válidos, o TSE registrou 7.383.214 votos nominais e 780.491 votos de legenda. Esses dois blocos ajudam a compor a totalização final do pleito proporcional na Bahia.

O que define a eleição para deputado estadual

O cargo é preenchido por sistema proporcional. Isso significa que as cadeiras primeiro são distribuídas entre partidos e federações, com base no quociente eleitoral, e só depois os nomes mais votados dentro dessas legendas ocupam as vagas abertas.

Na Bahia, o quociente eleitoral foi de 129.583 votos. Esse número indica a referência usada na divisão das cadeiras e ajuda a explicar por que uma votação individual alta não garante, sozinha, a eleição.

Por esse modelo, a lista final pode reunir candidatos com votação menor que a de outros que ficaram de fora. A ordem da chapa, no entanto, não muda o resultado sozinha, porque a legenda precisa alcançar espaço na distribuição das vagas.

Quem entrou nas 63 vagas

O TSE confirmou 63 eleitos, um para cada cadeira em disputa. A relação começou com Ivana Bastos, do PSD, e terminou com Cacau da Mata, do PDT.

Entre os nomes com maior votação, aparecem Diego Castro, com 160.305 votos, Rowenna, com 137.266, e Dr. Thiago Gilleno, com 114.627. Também ficaram acima de 100 mil votos Denise Menezes, Elinaldo e Rosemberg.

Na faixa intermediária da lista, o resultado reuniu parlamentares eleitos com votações próximas. É o caso de Luciano Pinheiro, com 92.339, Sandro Regis, com 91.754, Osni, com 89.356, e Cinthya Marabá, com 89.063.

Mais abaixo, a apuração manteve diferença curta entre vários concorrentes. Tancredo Isidório ficou com 82.883 votos, Léo de Neco com 81.903, Igor com 79.736 e Niltinho com 79.480.

A reta final da relação também teve margens apertadas. Josafá Marinho entrou com 47.464 votos e Cacau da Mata fechou a lista com 47.216.

Por que um candidato pode ficar fora mesmo com mais votos

O caso de Hilton Coelho resume o efeito do sistema proporcional. Ele ficou entre os mais votados fora da lista de eleitos, mas o desempenho da legenda não foi suficiente para abrir mais uma cadeira para sua chapa.

No mesmo sentido, o resultado permite que um nome com votação menor alcance mandato quando o partido ou a federação entra na distribuição das vagas. Foi o que ocorreu com candidatos que se elegeram pela média.

Na prática, a votação individual conta dentro de um segundo filtro. A legenda precisa primeiro conquistar espaço na divisão geral; depois, os mais votados daquela lista ocupam as cadeiras que vieram para o partido ou federação.

Como ficou a distribuição por partidos e federações

O PT liderou a eleição para a Assembleia Legislativa com 14 das 63 cadeiras. Em seguida vieram PSD, com 9, e PL, AVANTE, UNIÃO e PDT, com 5 cada um.

REPUBLICANOS fechou com 4 vagas. PP, PV e PCDOB ficaram com 3 cada. MDB e PSDB terminaram com 2, e PSOL ficou com 1.

Na outra ponta, PSB, MISSÃO, CIDADANIA, REDE, MOBILIZA, DC e AGIR não elegeram representantes. A diferença entre votos nominais e cadeiras mostra como o sistema proporcional distribui o resultado entre forças com desempenho coletivo distinto.

O próprio levantamento do TSE informa quantos candidatos cada sigla lançou. O PT apresentou 30 nomes, o PSD 17, o PL 61, o AVANTE 49, o UNIÃO 41, o PDT 49 e o REPUBLICANOS 61.

Também constam 56 candidaturas do MDB, 50 do PSDB, 35 do PSOL, 25 do PSB, 3 da MISSÃO, 9 do CIDADANIA, 8 da REDE, 46 do MOBILIZA, 22 do DC e 13 do AGIR.

Quem ficou como mais votado sem se eleger

Entre os suplentes e os nomes que não entraram na relação final, Hilton Coelho liderou a lista com 64.500 votos. Depois vieram Marcelinho Veiga, com 57.170, Quinho, com 56.183, e Kátia Oliveira, com 53.729.

Na sequência apareceram Wagner Alves, com 53.451, Antonio Henrique JR, com 52.122, e Felipe Duarte, com 51.921. Laerte do Vando somou 48.580, Patrick Lopes fez 47.064 e Drª Fabíola Mansur fechou esse grupo com 47.016.

Esses números ajudam a mostrar a distância entre votação nominal e ocupação de cadeira. Em eleição proporcional, a soma da legenda pode ser decisiva mesmo quando o candidato tem mais votos do que outro que acabou eleito.

O que acontece depois da totalização

Com a apuração encerrada, a Justiça Eleitoral segue para a diplomação dos eleitos, prevista para dezembro de 2026. É essa etapa que formaliza a condição de eleito perante a Justiça.

Depois da diplomação, os deputados estaduais tomam posse em 1º de fevereiro de 2027. O mandato é de quatro anos.

Na Bahia, o resultado final do TSE já definiu os 63 nomes que receberão o diploma e ocuparão as cadeiras da Assembleia Legislativa no início da legislatura.

O que mostram os dados da votação na Bahia

Os números confirmam uma disputa com alta participação. O comparecimento foi de 80,02%, enquanto a abstenção ficou em 19,98% do eleitorado apto nas seções totalizadas.

Também chama atenção a diferença entre votos válidos e votos totais. Dos eleitores que compareceram, a maior parte teve o voto aproveitado na contagem final, mas uma parcela relevante foi registrada como branca ou nula.

No conjunto das legendas, o PT teve 1.345.045 votos nominais somados. O PSD aparece com 1.082.244, o PL com 817.262, o AVANTE com 702.621, o UNIÃO com 680.913 e o PDT com 611.245.

REPUBLICANOS somou 430.121 votos nominais. Depois surgem MDB, com 317.545, PP, com 304.039, PV, com 289.306, e PCDOB, com 268.630.

Mais abaixo na lista estão PSDB, com 256.571, PSOL, com 188.088, PSB, com 50.082, MISSÃO, com 20.250, CIDADANIA, com 14.944, REDE, com 10.871, MOBILIZA, com 8.089, DC, com 3.871, e AGIR, com 3.096.

Faixa etária dos eleitos

O perfil de idade dos eleitos vai de 31 anos ao mais velho, com 78. A média informada pelo TSE é de 52 anos.

Esse dado não altera a distribuição das cadeiras, mas integra o retrato oficial da composição da Assembleia Legislativa que sai da totalização da Bahia.

Como o quociente eleitoral interfere na cadeira

O quociente eleitoral funciona como a régua inicial da disputa proporcional. Ele é obtido pela divisão dos votos válidos pelo número de vagas, e a partir dele se calcula quantas cadeiras cada partido ou federação pode alcançar.

Esse critério evita que a eleição seja decidida apenas pela votação isolada de um candidato. A soma de votos da legenda entra na frente e define se aquela sigla tem ou não direito a ocupar assentos.

Depois dessa primeira conta, a distribuição interna considera os nomes mais votados de cada grupo. É por isso que partidos com votação espalhada em vários candidatos conseguem eleger uma bancada mais ampla.

Na prática, a regra faz aparecer um resultado em que a votação individual e a força coletiva não caminham sempre no mesmo sentido. É justamente essa combinação que ajuda a explicar o contraste entre os números de Hilton Coelho e Cacau da Mata.

Como a votação de legenda entrou no resultado

Os votos de legenda somaram 780.491. Esse tipo de voto é contabilizado para o partido ou federação e pode influenciar diretamente a conquista de cadeiras no sistema proporcional.

Quando a sigla soma votos suficientes, a legenda ajuda a abrir espaço para os candidatos mais votados daquele grupo. Quando isso não acontece, a votação individual fica sem efeito para a ocupação das vagas.

Por isso, a leitura do resultado não se limita à lista de quem teve mais votos absolutos. A estrutura do sistema mistura o desempenho da chapa com o desempenho de cada nome.

Na eleição baiana, esse componente aparece na composição final de PT, PSD, PL, AVANTE, UNIÃO, PDT, REPUBLICANOS, PP, PV, PCDOB, MDB, PSDB e PSOL, todos com ao menos uma cadeira.

O que diz a relação dos eleitos por média e por QP

O TSE identificou eleitos por quociente partidário e por média. Esse detalhamento mostra que nem todas as cadeiras surgem do mesmo ponto da distribuição das vagas.

Entre os nomes marcados por média estão Ludmilla Fiscina, Marquinho Viana, Neusa Cadore, Euclides Fernandes, Soldado Prisco, José de Arimateia e Cacau da Mata.

Os demais eleitos aparecem classificados por quociente partidário. A distinção técnica é parte do resultado oficial e ajuda a separar as etapas usadas na definição das vagas.

Na prática, o registro mostra que a ocupação das cadeiras depende de mais de um cálculo, embora o eleitor veja apenas a lista final dos 63 nomes.

O tamanho da votação entre os eleitos

A diferença entre o primeiro e o último eleito ajuda a dimensionar a dispersão dos votos. Ivana Bastos liderou a votação, enquanto Cacau da Mata fechou a relação com 47.216.

Entre esses extremos, há candidatos com votações muito diferentes e ainda assim com o mesmo status final de eleito. O sistema proporcional permite essa composição quando a legenda alcança direito às vagas.

Também há nomes com votação semelhante em posições distintas da lista, porque a sequência depende da soma da chapa e do critério aplicado em cada etapa da distribuição.

Por isso, a relação dos eleitos na Bahia mistura lideranças de votação ampla e candidatos que chegaram à Assembleia com números bem inferiores aos primeiros colocados.

Perguntas frequentes

Quantas seções foram totalizadas na Bahia?
Foram 35.476, o que corresponde a 100,00% das seções informadas.

Qual foi o comparecimento?
O TSE registrou 9.046.179 eleitores, o equivalente a 80,02% do eleitorado apto nas seções totalizadas.

Quantos votos brancos e nulos houve?
Foram 463.958 votos em branco e 395.042 nulos.

Quantos votos de legenda entraram na conta?
O total foi de 780.491 votos de legenda.

Quem teve a maior bancada na Assembleia Legislativa?
O PT, com 14 cadeiras.

Quem foi o eleito com menos votos?
Cacau da Mata, com 47.216 votos.

Quem foi o mais votado fora da lista de eleitos?
Hilton Coelho, com 64.500 votos.

Quando os eleitos tomam posse?
Em 1º de fevereiro de 2027.

Quando acontece a diplomação?
Em dezembro de 2026, pela Justiça Eleitoral.

Qual foi a média de idade dos eleitos?
A média informada pelo TSE foi de 52 anos.

Os eleitos, um por um

  1. Ivana Bastos (PSD, nº 55555): 203.202 votos (2,48% dos válidos), Eleito por QP
  2. Diego Castro (PL, nº 22380): 160.305 votos (1,96% dos válidos), Eleito por QP
  3. Rowenna (PT, nº 13456): 137.266 votos (1,68% dos válidos), Eleito por QP
  4. Dr. Thiago Gilleno (REPUBLICANOS, nº 10000): 114.627 votos (1,40% dos válidos), Eleito por QP
  5. Denise Menezes (PSD, nº 55111): 103.744 votos (1,27% dos válidos), Eleito por QP
  6. Elinaldo (UNIÃO, nº 44111): 101.314 votos (1,24% dos válidos), Eleito por QP
  7. Rosemberg (PT, nº 13444): 100.378 votos (1,23% dos válidos), Eleito por QP
  8. Alex da Piatã (PSD, nº 55000): 99.911 votos (1,22% dos válidos), Eleito por QP
  9. Pedro Tavares (UNIÃO, nº 44000): 98.193 votos (1,20% dos válidos), Eleito por QP
  10. Rogério Andrade (MDB, nº 15444): 93.451 votos (1,14% dos válidos), Eleito por QP
  11. Luciano Pinheiro (PDT, nº 12345): 92.339 votos (1,13% dos válidos), Eleito por QP
  12. Sandro Regis (UNIÃO, nº 44444): 91.754 votos (1,12% dos válidos), Eleito por QP
  13. Osni (PT, nº 13013): 89.356 votos (1,09% dos válidos), Eleito por QP
  14. Cinthya Marabá (PL, nº 22000): 89.063 votos (1,09% dos válidos), Eleito por QP
  15. Angelo Almeida (PT, nº 13100): 87.532 votos (1,07% dos válidos), Eleito por QP
  16. Samuel Júnior (PL, nº 22133): 87.152 votos (1,06% dos válidos), Eleito por QP
  17. Andrea Castro (PSD, nº 55670): 86.973 votos (1,06% dos válidos), Eleito por QP
  18. Vilma Reis (PT, nº 13033): 83.222 votos (1,02% dos válidos), Eleito por QP
  19. Marcinho Oliveira (PDT, nº 12777): 83.074 votos (1,01% dos válidos), Eleito por QP
  20. Tancredo Isidório (AVANTE, nº 70000): 82.883 votos (1,01% dos válidos), Eleito por QP
  21. Léo de Neco (AVANTE, nº 70700): 81.903 votos (1,00% dos válidos), Eleito por QP
  22. Igor (PL, nº 22444): 79.736 votos (0,97% dos válidos), Eleito por QP
  23. Niltinho (PSD, nº 55999): 79.480 votos (0,97% dos válidos), Eleito por QP
  24. Júlio Pinheiro (PT, nº 13999): 78.635 votos (0,96% dos válidos), Eleito por QP
  25. Jânio Natal Júnior (PL, nº 22222): 77.706 votos (0,95% dos válidos), Eleito por QP
  26. Juvenilson Passos (PT, nº 13300): 76.627 votos (0,94% dos válidos), Eleito por QP
  27. Hassan de Zé Cocá (PP, nº 11122): 75.359 votos (0,92% dos válidos), Eleito por QP
  28. Zé Raimundo (PT, nº 13222): 74.853 votos (0,91% dos válidos), Eleito por QP
  29. Ricardo Rodrigues (PSD, nº 55777): 74.441 votos (0,91% dos válidos), Eleito por QP
  30. Junior Muniz (PT, nº 13000): 74.146 votos (0,91% dos válidos), Eleito por QP
  31. Carlinhos Sobral (MDB, nº 15555): 73.274 votos (0,89% dos válidos), Eleito por QP
  32. Eduardo Alencar (PSD, nº 55333): 72.752 votos (0,89% dos válidos), Eleito por QP
  33. Junior Nascimento (UNIÃO, nº 44333): 72.382 votos (0,88% dos válidos), Eleito por QP
  34. Cláudia Oliveira (PSD, nº 55789): 71.455 votos (0,87% dos válidos), Eleito por QP
  35. Bobô (PCDOB, nº 65888): 70.898 votos (0,87% dos válidos), Eleito por QP
  36. Dr. Pitágoras (PP, nº 11111): 70.752 votos (0,86% dos válidos), Eleito por QP
  37. Angelo Coronel Filho (REPUBLICANOS, nº 10111): 69.444 votos (0,85% dos válidos), Eleito por QP
  38. Kleber Rosa (PSOL, nº 50500): 68.921 votos (0,84% dos válidos), Eleito por QP
  39. Vitor Azevedo (AVANTE, nº 70333): 68.806 votos (0,84% dos válidos), Eleito por QP
  40. Silva Neto (AVANTE, nº 70444): 66.967 votos (0,82% dos válidos), Eleito por QP
  41. Tiago Correia (PSDB, nº 45556): 65.969 votos (0,81% dos válidos), Eleito por QP
  42. Paulo Câmara (PL, nº 22500): 65.682 votos (0,80% dos válidos), Eleito por QP
  43. Fabrício (PCDOB, nº 65333): 64.755 votos (0,79% dos válidos), Eleito por QP
  44. Penalva (PP, nº 11123): 64.606 votos (0,79% dos válidos), Eleito por QP
  45. Roberto Carlos (PV, nº 43333): 64.295 votos (0,79% dos válidos), Eleito por QP
  46. Ludmilla Fiscina (PSD, nº 55444): 64.147 votos (0,78% dos válidos), Eleito por média
  47. Robinson (PT, nº 13500): 63.800 votos (0,78% dos válidos), Eleito por QP
  48. Fátima Nunes (PT, nº 13567): 63.707 votos (0,78% dos válidos), Eleito por QP
  49. Eduardo Salles (PV, nº 43222): 63.093 votos (0,77% dos válidos), Eleito por QP
  50. Tagner (PT, nº 13467): 63.032 votos (0,77% dos válidos), Eleito por QP
  51. Jurailton Santos (REPUBLICANOS, nº 10123): 60.783 votos (0,74% dos válidos), Eleito por QP
  52. Luciano Simões Filho (UNIÃO, nº 44123): 60.711 votos (0,74% dos válidos), Eleito por QP
  53. Zó do Sertão (PCDOB, nº 65456): 60.413 votos (0,74% dos válidos), Eleito por QP
  54. Marquinho Viana (PV, nº 43888): 60.315 votos (0,74% dos válidos), Eleito por média
  55. João de Furão (AVANTE, nº 70456): 58.510 votos (0,71% dos válidos), Eleito por QP
  56. Neusa Cadore (PT, nº 13690): 56.914 votos (0,70% dos válidos), Eleito por média
  57. Euclides Fernandes (PT, nº 13123): 54.557 votos (0,67% dos válidos), Eleito por média
  58. Neto Coelho (PDT, nº 12800): 54.429 votos (0,66% dos válidos), Eleito por QP
  59. Soldado Prisco (PL, nº 22345): 50.235 votos (0,61% dos válidos), Eleito por média
  60. José de Arimateia (REPUBLICANOS, nº 10456): 49.372 votos (0,60% dos válidos), Eleito por média
  61. Jordavio Ramos (PSDB, nº 45555): 48.100 votos (0,59% dos válidos), Eleito por QP
  62. Josafá Marinho (PDT, nº 12222): 47.464 votos (0,58% dos válidos), Eleito por QP
  63. Cacau da Mata (PDT, nº 12000): 47.216 votos (0,58% dos válidos), Eleito por média

Participação e votos

Seções totalizadas35.476 de 35.476 (100,00%)
Eleitorado apto11.304.314
Compareceram9.046.179 (80,02%)
Abstenção2.258.135 (19,98%)
Votos válidos8.187.179 (90,50%)
Votos em branco463.958 (5,13%)
Votos nulos395.042 (4,37%)
Votos de legenda780.491

A votação em números

Cadeiras por partido

Perguntas frequentes

Quantas seções foram totalizadas na Bahia?

Foram 35.476, o que corresponde a 100,00% das seções informadas.

Qual foi o comparecimento?

O TSE registrou 9.046.179 eleitores, o equivalente a 80,02% do eleitorado apto nas seções totalizadas.

Quantos votos brancos e nulos houve?

Foram 463.958 votos em branco e 395.042 nulos.

Quantos votos de legenda entraram na conta?

O total foi de 780.491 votos de legenda.

Quem foi o mais votado fora da lista de eleitos?

Hilton Coelho, com 64.500 votos.

Com informações de Tribunal Superior Eleitoral.

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