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Eleições 2026

Renato Battista faz 89.489 votos e fica fora em SP

TSE encerra a totalização em São Paulo com 94 vagas preenchidas e mostra efeito do quociente eleitoral na disputa proporcional.

Publicado em · 15 min de leitura
Renato Battista faz 89.489 votos e fica fora em SP
Foto: Governo do Estado de São Paulo / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Resumo da notícia

  • O TSE finalizou a totalização em São Paulo com 94 vagas preenchidas para deputado estadual.
  • Renato Battista teve mais votos que Ricardo França, mas não ficou com cadeira.
  • O PL terminou com a maior bancada, com 27 dos 94 assentos.

São Paulo teve 34.081.699 eleitores aptos nas seções totalizadas e 26.394.256 compareceram às urnas, segundo a totalização finalizada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atualizada em 04/10/2026 22:58:07, em Brasília. O estado escolheu 94 deputados estaduais.

Seções totalizadas103.656 de 103.656 (100,00%)
Eleitorado apto34.081.699
Compareceram26.394.256 (77,44%)
Abstenção7.687.443 (22,56%)
Votos válidos23.326.319 (88,38%)
Votos em branco1.847.209 (7,00%)
Votos nulos1.220.728 (4,62%)
Votos de legenda1.494.633

Como ficou a eleição para deputado estadual em São Paulo

A apuração foi encerrada com 103.656 seções totalizadas e confirmou a distribuição integral das 94 vagas da Assembleia Legislativa. O quociente eleitoral ficou em 247.766 votos, referência usada na divisão das cadeiras entre partidos e federações.

O resultado final mostra a lógica da eleição proporcional. Nem sempre o candidato mais votado fica com a vaga. Em São Paulo, a totalização do TSE reuniu nomes que entraram pela força da legenda e outros que ficaram fora mesmo com votação alta.

Renato Battista, do MISSÃO, recebeu 89.489 votos e não se elegeu. Ricardo França, do PODE, entrou com 53.644 votos. Os dois números aparecem lado a lado no fechamento da apuração e resumem o efeito da distribuição das cadeiras.

O que significa o quociente eleitoral

No cargo de deputado estadual, as vagas são repartidas primeiro entre os partidos e federações que alcançam o quociente eleitoral. Depois, dentro de cada legenda, as cadeiras vão para os candidatos mais votados. A votação nominal, sozinha, não define tudo.

Por isso, o total do partido pesa tanto quanto o desempenho individual. Quando uma legenda não alcança espaço suficiente na divisão, um nome com votação maior pode terminar sem cadeira. Quando o partido ou federação consegue vaga, um candidato com menos votos pode entrar por ter ficado bem posicionado na legenda.

Na totalização oficial, essa divisão aparece no registro de cada eleito como Eleito por QP ou Eleito por média. É a própria estrutura do resultado que mostra como a cadeira foi preenchida.

  1. Eduarda Campopiano (PL, nº 22011): 1.956.238 votos (8,39% dos válidos), Eleito por QP
  2. Eduardo Suplicy (PT, nº 13133): 654.627 votos (2,81% dos válidos), Eleito por QP
  3. Sofia Favero (PSOL, nº 50700): 407.773 votos (1,75% dos válidos), Eleito por QP
  4. Carlos Giannazi (PSOL, nº 50789): 367.861 votos (1,58% dos válidos), Eleito por QP
  5. Paula da Bancada Feminista (PSOL, nº 50000): 326.190 votos (1,40% dos válidos), Eleito por QP
  6. Giovanni Sanches (PL, nº 22800): 235.363 votos (1,01% dos válidos), Eleito por QP
  7. Rogerio Lins (PODE, nº 20200): 229.928 votos (0,99% dos válidos), Eleito por QP
  8. Tenente Coimbra (PL, nº 22444): 198.342 votos (0,85% dos válidos), Eleito por QP
  9. Rafa Minato (MISSÃO, nº 14014): 185.582 votos (0,80% dos válidos), Eleito por QP
  10. Danilo Joan (PP, nº 11111): 182.839 votos (0,78% dos válidos), Eleito por QP
  11. Thomaz Henrique (PL, nº 22111): 178.164 votos (0,76% dos válidos), Eleito por QP
  12. Ediane Maria (PSOL, nº 50110): 170.844 votos (0,73% dos válidos), Eleito por QP
  13. Luiza Erundina (PSOL, nº 50555): 169.567 votos (0,73% dos válidos), Eleito por QP
  14. Delegado Olim (PP, nº 11777): 163.918 votos (0,70% dos válidos), Eleito por QP
  15. Rodrigo Ashiuchi (PL, nº 22000): 162.562 votos (0,70% dos válidos), Eleito por QP
  16. Monica das Pretas (PSOL, nº 50900): 159.100 votos (0,68% dos válidos), Eleito por QP
  17. Itamar Borges (MDB, nº 15300): 159.058 votos (0,68% dos válidos), Eleito por QP
  18. Bruna Furlan (REPUBLICANOS, nº 10010): 157.381 votos (0,67% dos válidos), Eleito por QP
  19. Marcos Damasio (PL, nº 22222): 156.691 votos (0,67% dos válidos), Eleito por QP
  20. Dani Alonso (PL, nº 22322): 155.574 votos (0,67% dos válidos), Eleito por QP
  21. Regina Nunes (MDB, nº 15115): 154.966 votos (0,66% dos válidos), Eleito por QP
  22. Duda Hidalgo (PT, nº 13180): 154.953 votos (0,66% dos válidos), Eleito por QP
  23. Sargento Castro (PP, nº 11911): 143.422 votos (0,61% dos válidos), Eleito por QP
  24. Professora Bebel (PT, nº 13123): 142.001 votos (0,61% dos válidos), Eleito por QP
  25. Conte Lopes (PL, nº 22138): 139.225 votos (0,60% dos válidos), Eleito por QP
  26. Felipe Sertanejo (PL, nº 22110): 138.277 votos (0,59% dos válidos), Eleito por QP
  27. Rogerio Nogueira (PSD, nº 55555): 137.335 votos (0,59% dos válidos), Eleito por QP
  28. Telhadinha - Capitão Telhada (PP, nº 11190): 134.006 votos (0,57% dos válidos), Eleito por QP
  29. Ana Carolina Serra (PSDB, nº 45045): 132.881 votos (0,57% dos válidos), Eleito por QP
  30. Mariana Conti (PSOL, nº 50100): 126.344 votos (0,54% dos válidos), Eleito por QP
  31. Delegada Graciela (PL, nº 22888): 125.624 votos (0,54% dos válidos), Eleito por QP
  32. Dr. Edson da Paiol (PODE, nº 20007): 124.394 votos (0,53% dos válidos), Eleito por QP
  33. Alex Madureira (PL, nº 22777): 122.704 votos (0,53% dos válidos), Eleito por QP
  34. Leonardo Grandini (PT, nº 13633): 122.158 votos (0,52% dos válidos), Eleito por QP
  35. Danilo Campetti (REPUBLICANOS, nº 10222): 119.904 votos (0,51% dos válidos), Eleito por QP
  36. Barros Munhoz (PSD, nº 55855): 116.413 votos (0,50% dos válidos), Eleito por QP
  37. Emídio (PT, nº 13131): 108.275 votos (0,46% dos válidos), Eleito por QP
  38. Paulo Mansur (PL, nº 22422): 107.073 votos (0,46% dos válidos), Eleito por QP
  39. Rafael Saraiva (UNIÃO, nº 44077): 105.174 votos (0,45% dos válidos), Eleito por QP
  40. Rodrigo Mar (PT, nº 13644): 104.820 votos (0,45% dos válidos), Eleito por QP
  41. Enio Tatto (PT, nº 13114): 102.892 votos (0,44% dos válidos), Eleito por QP
  42. Reinaldo Alguz (MDB, nº 15363): 101.946 votos (0,44% dos válidos), Eleito por QP
  43. Marta Costa (PSD, nº 55400): 100.083 votos (0,43% dos válidos), Eleito por QP
  44. Caio França (PSB, nº 40640): 99.840 votos (0,43% dos válidos), Eleito por QP
  45. Franco Sardelli (PL, nº 22001): 98.375 votos (0,42% dos válidos), Eleito por QP
  46. Douglas Garcia (UNIÃO, nº 44555): 97.410 votos (0,42% dos válidos), Eleito por QP
  47. Paulo Fiorilo (PT, nº 13613): 96.370 votos (0,41% dos válidos), Eleito por QP
  48. Danilo Balas (PL, nº 22007): 96.188 votos (0,41% dos válidos), Eleito por QP
  49. Luiz Fernando (PT, nº 13134): 94.901 votos (0,41% dos válidos), Eleito por QP
  50. Débora Camilo (PSOL, nº 50500): 94.895 votos (0,41% dos válidos), Eleito por QP
  51. Leticia Aguiar (PL, nº 22522): 94.832 votos (0,41% dos válidos), Eleito por QP
  52. Donato (PT, nº 13700): 94.779 votos (0,41% dos válidos), Eleito por QP
  53. Carla Morando (PSD, nº 55155): 94.596 votos (0,41% dos válidos), Eleito por QP
  54. Ricardo Madalena (PL, nº 22123): 94.319 votos (0,40% dos válidos), Eleito por QP
  55. Leandro Basson (PODE, nº 20000): 90.934 votos (0,39% dos válidos), Eleito por QP
  56. Pardini (PSD, nº 55014): 89.558 votos (0,38% dos válidos), Eleito por QP
  57. Rogério Franco (PL, nº 22999): 89.156 votos (0,38% dos válidos), Eleito por QP
  58. Analice Fernandes (PSD, nº 55455): 88.784 votos (0,38% dos válidos), Eleito por QP
  59. Delegado Mesquita (PP, nº 11000): 87.918 votos (0,38% dos válidos), Eleito por QP
  60. Valdomiro Lopes (PSB, nº 40211): 86.893 votos (0,37% dos válidos), Eleito por QP
  61. Thammy Miranda (PSD, nº 55000): 85.619 votos (0,37% dos válidos), Eleito por QP
  62. Bruno Zambelli (PL, nº 22100): 82.946 votos (0,36% dos válidos), Eleito por QP
  63. Ely Santos (REPUBLICANOS, nº 10023): 82.559 votos (0,35% dos válidos), Eleito por QP
  64. Léo Oliveira (MDB, nº 15123): 82.508 votos (0,35% dos válidos), Eleito por QP
  65. Thainara Faria (PT, nº 13016): 81.485 votos (0,35% dos válidos), Eleito por QP
  66. Mauro Bragato (PSD, nº 55125): 79.157 votos (0,34% dos válidos), Eleito por QP
  67. Marina Bragante (PSB, nº 40444): 78.957 votos (0,34% dos válidos), Eleito por média
  68. Coronel Paganotto (PL, nº 22190): 77.703 votos (0,33% dos válidos), Eleito por QP
  69. Solange Freitas (UNIÃO, nº 44044): 77.524 votos (0,33% dos válidos), Eleito por QP
  70. João Paulo (PL, nº 22345): 76.371 votos (0,33% dos válidos), Eleito por QP
  71. Camila Godoi (UNIÃO, nº 44123): 74.733 votos (0,32% dos válidos), Eleito por média
  72. Caruso (MDB, nº 15000): 74.480 votos (0,32% dos válidos), Eleito por média
  73. Kaka do Autismo (PODE, nº 20777): 74.365 votos (0,32% dos válidos), Eleito por QP
  74. Barba (PT, nº 13110): 74.115 votos (0,32% dos válidos), Eleito por QP
  75. Rafael Silva JR (PSD, nº 55055): 74.043 votos (0,32% dos válidos), Eleito por QP
  76. Rodrigo Moraes (PL, nº 22411): 73.787 votos (0,32% dos válidos), Eleito por QP
  77. Rômulo (PT, nº 13789): 73.648 votos (0,32% dos válidos), Eleito por QP
  78. Renata Sene (REPUBLICANOS, nº 10100): 73.526 votos (0,32% dos válidos), Eleito por QP
  79. Marcolino (PT, nº 13310): 72.574 votos (0,31% dos válidos), Eleito por QP
  80. João Paulo Rillo (PT, nº 13622): 72.486 votos (0,31% dos válidos), Eleito por média
  81. Lucas Bove (PL, nº 22500): 71.263 votos (0,31% dos válidos), Eleito por QP
  82. Capitão Mosart (PL, nº 22022): 70.997 votos (0,30% dos válidos), Eleito por QP
  83. Ana Perugini (PT, nº 13121): 70.737 votos (0,30% dos válidos), Eleito por média
  84. Sebastião Santos (REPUBLICANOS, nº 10321): 68.118 votos (0,29% dos válidos), Eleito por QP
  85. Fabio Faria de Sá (PODE, nº 20520): 68.055 votos (0,29% dos válidos), Eleito por QP
  86. Lisboa (PL, nº 22300): 67.413 votos (0,29% dos válidos), Eleito por QP
  87. Henrique Krigner (NOVO, nº 30123): 66.512 votos (0,29% dos válidos), Eleito por QP
  88. Gilmaci Santos (REPUBLICANOS, nº 10123): 66.474 votos (0,28% dos válidos), Eleito por QP
  89. Isaac Antunes (PL, nº 22122): 61.953 votos (0,27% dos válidos), Eleito por QP
  90. Fabiana Bolsonaro (PL, nº 22051): 61.183 votos (0,26% dos válidos), Eleito por média
  91. Thiago Auricchio (PL, nº 22343): 59.942 votos (0,26% dos válidos), Eleito por média
  92. Keit Lima (PSOL, nº 50300): 58.984 votos (0,25% dos válidos), Eleito por QP
  93. Atila Jacomussi (PRD, nº 25000): 54.065 votos (0,23% dos válidos), Eleito por QP
  94. Ricardo França (PODE, nº 20100): 53.644 votos (0,23% dos válidos), Eleito por média

Quem teve a maior votação na disputa

A maior votação entre os eleitos foi de Eduarda Campopiano, do PL, que somou 1.956.238 votos. O resultado a colocou isolada na liderança da disputa, com vantagem ampla sobre os demais nomes da lista.

Depois vieram Eduardo Suplicy, do PT, com 654.627 votos, Sofia Favero, do PSOL, com 407.773, Carlos Giannazi, também do PSOL, com 367.861, e Paula da Bancada Feminista, do PSOL, com 326.190. Esse conjunto ajuda a medir a concentração da votação em poucos nomes no topo.

Na sequência, aparecem Giovanni Sanches, do PL, com 235.363 votos, Rogerio Lins, do PODE, com 229.928, Tenente Coimbra, do PL, com 198.342, Rafa Minato, do MISSÃO, com 185.582, e Danilo Joan, do PP, com 182.839. Os cinco primeiros colocados já mostram diferenças grandes entre os mais votados da eleição.

A faixa intermediária reúne disputas apertadas. Thomaz Henrique, do PL, marcou 178.164 votos; Ediane Maria, do PSOL, 170.844; Luiza Erundina, também do PSOL, 169.567; Delegado Olim, do PP, 163.918; e Rodrigo Ashiuchi, do PL, 162.562. A distância curta entre vários nomes ajuda a explicar por que a ordem final depende tanto da legenda quanto da votação individual.

Como o PL construiu a maior bancada

O PL terminou com 27 das 94 vagas e formou a maior bancada da Assembleia. O PT ficou com 16 cadeiras, o PSOL com 9, o PSD com 9, o REPUBLICANOS com 6, o PODE com 6 e o MDB com 5. Esses números mostram como a votação proporcional se converteu em representação parlamentar.

Entre os partidos, o PL registrou 5.954.540 votos nominais somados, o maior total do quadro. O PT aparece em seguida, com 3.146.068, depois PSD com 2.208.943 e PSOL com 2.029.280. A ordem da votação ajuda a entender por que essas siglas ampliaram sua presença na Assembleia.

Também tiveram desempenho relevante REPUBLICANOS, com 1.516.333 votos, PODE, com 1.340.899, MDB, com 1.157.483, PP, com 977.324, UNIÃO, com 981.047, e PSB, com 622.171. O volume acumulado dessas legendas foi determinante para a distribuição das cadeiras.

  • PL: 5.954.540 votos nominais, 27 eleitos
  • PT (federação PT/PC do B/PV): 3.146.068 votos nominais, 16 eleitos
  • PSD: 2.208.943 votos nominais, 9 eleitos
  • PSOL (federação PSOL/REDE): 2.029.280 votos nominais, 9 eleitos
  • REPUBLICANOS: 1.516.333 votos nominais, 6 eleitos
  • PODE: 1.340.899 votos nominais, 6 eleitos
  • MDB: 1.157.483 votos nominais, 5 eleitos
  • PP (federação UNIÃO/PP): 977.324 votos nominais, 5 eleitos
  • UNIÃO (federação UNIÃO/PP): 981.047 votos nominais, 4 eleitos
  • PSB: 622.171 votos nominais, 3 eleitos
  • MISSÃO: 394.137 votos nominais, 1 eleito
  • PSDB (federação PSDB/CIDADANIA): 320.011 votos nominais, 1 eleito
  • NOVO: 319.244 votos nominais, 1 eleito
  • PRD (federação PRD/SOLIDARIEDADE): 158.493 votos nominais, 1 eleito
  • PCDOB (federação PT/PC do B/PV): 137.403 votos nominais, 0 eleitos
  • PDT: 133.629 votos nominais, 0 eleitos
  • CIDADANIA (federação PSDB/CIDADANIA): 114.722 votos nominais, 0 eleitos
  • SOLIDARIEDADE (federação PRD/SOLIDARIEDADE): 103.238 votos nominais, 0 eleitos
  • AVANTE: 51.367 votos nominais, 0 eleitos
  • REDE (federação PSOL/REDE): 40.330 votos nominais, 0 eleitos

Quais partidos ficaram sem cadeira

Algumas siglas somaram votos e, ainda assim, terminaram sem eleitos. É o caso de PCDOB, PDT, CIDADANIA, SOLIDARIEDADE, AVANTE e REDE. O resultado confirma que a votação total precisa se converter em quociente e cadeira para produzir representação.

Essa diferença é típica da eleição proporcional. Uma legenda pode reunir nomes competitivos e continuar fora da divisão final se não atingir a barreira necessária. Em outros casos, o partido alcança a cadeira e o resultado favorece candidatos com votação menor que a de concorrentes de outras siglas.

O quadro paulista deixa isso visível porque a relação de eleitos e a lista de suplentes mostram a distância entre o desempenho individual e o efeito coletivo da votação partidária.

  1. Renato Battista (MISSÃO): 89.489 votos (0,38%)
  2. Edson Giriboni (UNIÃO): 73.263 votos (0,31%)
  3. Alexandre Leite (UNIÃO): 72.515 votos (0,31%)
  4. Isadora Brizola (PDT): 72.280 votos (0,31%)
  5. Rita Passos (PSD): 71.917 votos (0,31%)
  6. Pr Andre Bueno (MDB): 71.664 votos (0,31%)
  7. Beth Sahao (PT): 66.572 votos (0,29%)
  8. Rafa Zimbaldi (UNIÃO): 66.425 votos (0,28%)
  9. Marcello Barbosa (REPUBLICANOS): 66.112 votos (0,28%)
  10. Gerson Pires (NOVO): 66.049 votos (0,28%)

Quem ficou mais perto da vaga

Entre os mais votados que não se elegeram, Renato Battista aparece na frente da relação. Depois vêm Edson Giriboni, Alexandre Leite, Isadora Brizola, Rita Passos e Pr Andre Bueno. Em seguida, aparecem Beth Sahao, Rafa Zimbaldi, Marcello Barbosa e Gerson Pires.

Esses nomes compõem a lista dos primeiros suplentes da legenda e ajudam a dimensionar a disputa pelas últimas vagas. A distância entre entrar e ficar fora depende da vaga disponível na legenda e da forma como a totalização distribui os assentos.

O caso de Renato Battista resume esse mecanismo. Mesmo com votação superior à de Ricardo França, ele terminou sem cadeira porque a divisão final seguiu a lógica do quociente e da legenda, não apenas da votação individual.

Como ficam votação nominal, legenda e branco

Os votos válidos somaram 23.326.319, o que corresponde a 88,38% do total de votos. Dentro desse conjunto, os votos nominais chegaram a 21.795.381, e os votos de legenda a 1.494.633.

Os votos em branco foram 1.847.209, equivalentes a 7,00% do total. Já os votos nulos alcançaram 1.220.728, ou 4,62%.

Esses dados fecham a contagem oficial e ajudam a mostrar como o eleitorado se distribuiu entre voto em candidatura, voto na legenda e anulação do voto. A totalização do TSE também registra que todas as seções foram apuradas.

Quem são os eleitos mais jovens e mais velhos

O TSE informou ainda o perfil etário dos eleitos. O mais novo tem 23 anos, o mais velho 91, e a média é de 50 anos. O dado se refere apenas ao grupo que obteve cadeira na Assembleia Legislativa.

Esse retrato etário não altera a composição das vagas, mas integra a leitura final da totalização. Ele mostra a amplitude do grupo escolhido nas urnas e fecha o quadro estatístico da eleição em São Paulo.

O que acontece depois da totalização

Com o resultado encerrado, a etapa seguinte é a diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral em dezembro de 2026. Depois disso, os deputados estaduais tomam posse em 1º de fevereiro de 2027, para mandato de quatro anos.

A totalização divulgada pelo TSE é a base oficial para esse calendário. Ela consolida a votação, encerra a apuração e define quem passa a integrar a relação dos eleitos antes da diplomação.

Perguntas frequentes

Quantas vagas estavam em disputa em São Paulo?

Eram 94 vagas para deputado estadual.

Qual foi o quociente eleitoral desta eleição?

O quociente eleitoral ficou em 247.766 votos.

Quem teve a maior votação entre os eleitos?

Eduarda Campopiano, do PL, recebeu 1.956.238 votos.

Quem se elegeu com menos votos?

Ricardo França, do PODE, foi eleito com 53.644 votos.

Qual partido fez a maior bancada?

O PL terminou com 27 cadeiras.

Quantas seções foram totalizadas pelo TSE?

Foram 103.656 seções totalizadas.

Quando sai a diplomação dos eleitos?

A diplomação está prevista para dezembro de 2026.

Quando começa o mandato dos deputados estaduais?

A posse está marcada para 1º de fevereiro de 2027.

Cadeiras por partido

Perguntas frequentes

Quantas vagas estavam em disputa em São Paulo?

Eram 94 vagas para deputado estadual.

Qual foi o quociente eleitoral desta eleição?

O quociente eleitoral ficou em 247.766 votos.

Quem teve a maior votação entre os eleitos?

Eduarda Campopiano, do PL, recebeu 1.956.238 votos.

Quem se elegeu com menos votos?

Ricardo França, do PODE, foi eleito com 53.644 votos.

Qual partido fez a maior bancada?

O PL terminou com 27 cadeiras.

Quantas seções foram totalizadas pelo TSE?

Foram 103.656 seções totalizadas.

Quando sai a diplomação dos eleitos?

A diplomação está prevista para dezembro de 2026.

Quando começa o mandato dos deputados estaduais?

A posse está marcada para 1º de fevereiro de 2027.

Com informações de Tribunal Superior Eleitoral.

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