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Eleições 2026

Ricardo Teobaldo entra com 59.951 e Miguel Coelho fica fora

Totalização do TSE definiu as 25 vagas de Pernambuco na Câmara, com PSB na maior bancada e diferença entre votos e eleição.

Publicado em · 10 min de leitura
Ricardo Teobaldo entra com 59.951 e Miguel Coelho fica fora
Foto: O Tribunal da Democracia / Wikimedia Commons (Public domain)

Resumo da notícia

  • O TSE concluiu a totalização em Pernambuco e fechou a disputa pelas 25 vagas da Câmara.
  • Pedro Campos teve a maior votação do estado, com 261.555 votos.
  • Miguel Coelho somou 102.595 votos e não entrou, enquanto Ricardo Teobaldo ficou com a última vaga.
  • O PSB terminou com a maior bancada, com 4 cadeiras.

Ricardo Teobaldo (PODE) entrou na última vaga de Pernambuco para deputado federal com 59.951 votos, enquanto Miguel Coelho (UNIÃO) ficou fora mesmo tendo 102.595. A totalização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atualizada em 04/10/2026 às 22:55:11, fechou as 25 cadeiras do estado.

O resultado mostra a lógica da eleição proporcional, em que a votação individual não basta para garantir mandato. Em Pernambuco, o PSB terminou com a maior bancada e Pedro Campos liderou a apuração.

  1. Pedro Campos (PSB, nº 4040): 261.555 votos (4,97% dos válidos), Eleito por QP
  2. Jones Manoel (PSOL, nº 5050): 249.077 votos (4,73% dos válidos), Eleito por QP
  3. Anderson Ferreira (PL, nº 2222): 185.429 votos (3,52% dos válidos), Eleito por QP
  4. Marcelo Gouveia (PODE, nº 2020): 183.124 votos (3,48% dos válidos), Eleito por QP
  5. Juliana de Chaparral (UNIÃO, nº 4444): 183.089 votos (3,48% dos válidos), Eleito por QP
  6. Silvio Costa Filho (REPUBLICANOS, nº 1010): 170.859 votos (3,24% dos válidos), Eleito por QP
  7. Gilson Machado (PODE, nº 2022): 156.754 votos (2,98% dos válidos), Eleito por QP
  8. Felipe Carreras (PSB, nº 4004): 148.971 votos (2,83% dos válidos), Eleito por QP
  9. Lula da Fonte (PP, nº 1111): 147.913 votos (2,81% dos válidos), Eleito por QP
  10. Rosa Amorim (PT, nº 1303): 144.101 votos (2,74% dos válidos), Eleito por QP
  11. Carlos Veras (PT, nº 1314): 133.118 votos (2,53% dos válidos), Eleito por QP
  12. Fernando Filho (UNIÃO, nº 4401): 124.147 votos (2,36% dos válidos), Eleito por QP
  13. Gabriel Porto (PSB, nº 4010): 114.860 votos (2,18% dos válidos), Eleito por QP
  14. Fernando Monteiro (PSD, nº 5590): 113.844 votos (2,16% dos válidos), Eleito por QP
  15. Eduardo Moura (NOVO, nº 3030): 113.482 votos (2,16% dos válidos), Eleito por média
  16. Clarissa Tércio (PP, nº 1122): 110.608 votos (2,10% dos válidos), Eleito por QP
  17. Iza Arruda (MDB, nº 1515): 103.758 votos (1,97% dos válidos), Eleito por média
  18. Eliane Soares (PSB, nº 4000): 102.396 votos (1,94% dos válidos), Eleito por QP
  19. Guilherme Uchoa Junior (PSD, nº 5500): 98.569 votos (1,87% dos válidos), Eleito por QP
  20. Waldemar Oliveira (AVANTE, nº 7070): 97.152 votos (1,85% dos válidos), Eleito por média
  21. Augusto Coutinho (REPUBLICANOS, nº 1000): 94.737 votos (1,80% dos válidos), Eleito por QP
  22. Clodoaldo Magalhães (PV, nº 4333): 92.229 votos (1,75% dos válidos), Eleito por QP
  23. Thiago Medina (PL, nº 2288): 88.354 votos (1,68% dos válidos), Eleito por média
  24. Liana Cirne (PT, nº 1310): 85.039 votos (1,61% dos válidos), Eleito por média
  25. Ricardo Teobaldo (PODE, nº 2055): 59.951 votos (1,14% dos válidos), Eleito por média
  1. Miguel Coelho (UNIÃO): 102.595 votos (1,95%)
  2. Renildo Calheiros (PCDOB): 74.296 votos (1,41%)
  3. Lucas Ramos (PSB): 71.964 votos (1,37%)
  4. Edilson Tavares (PP): 71.471 votos (1,36%)
  5. Sargento Almeida (PSD): 62.260 votos (1,18%)
  6. Daniel Coelho (PSD): 59.976 votos (1,14%)
  7. Coronel Meira (PL): 55.542 votos (1,05%)
  8. Kari Santos (PT): 54.242 votos (1,03%)
  9. Pastor Eurico (PSDB): 36.503 votos (0,69%)
  10. Charlles de Tiringa (PSB): 35.162 votos (0,67%)
  • PSB: 841.478 votos nominais, 4 eleitos
  • PODE: 548.751 votos nominais, 3 eleitos
  • PT (federação PT/PC do B/PV): 470.408 votos nominais, 3 eleitos
  • UNIÃO (federação UNIÃO/PP): 433.253 votos nominais, 2 eleitos
  • PSD: 433.230 votos nominais, 2 eleitos
  • REPUBLICANOS: 420.732 votos nominais, 2 eleitos
  • PP (federação UNIÃO/PP): 415.304 votos nominais, 2 eleitos
  • PL: 358.582 votos nominais, 2 eleitos
  • PSOL (federação PSOL/REDE): 258.495 votos nominais, 1 eleito
  • NOVO: 200.742 votos nominais, 1 eleito
  • MDB: 191.557 votos nominais, 1 eleito
  • AVANTE: 189.467 votos nominais, 1 eleito
  • PV (federação PT/PC do B/PV): 100.450 votos nominais, 1 eleito
  • PCDOB (federação PT/PC do B/PV): 96.213 votos nominais, 0 eleitos
  • PSDB (federação PSDB/CIDADANIA): 62.795 votos nominais, 0 eleitos
  • MISSÃO: 24.445 votos nominais, 0 eleitos
  • SOLIDARIEDADE (federação PRD/SOLIDARIEDADE): 18.136 votos nominais, 0 eleitos
  • PRD (federação PRD/SOLIDARIEDADE): 17.534 votos nominais, 0 eleitos
  • PDT: 15.132 votos nominais, 0 eleitos
  • REDE (federação PSOL/REDE): 3.061 votos nominais, 0 eleitos

Como o TSE fechou a apuração em Pernambuco

Segundo o TSE, a situação da totalização está finalizada. Todas as 21.418 seções foram contabilizadas, em um universo de 7.216.989 eleitores aptos nas seções totalizadas.

O comparecimento chegou a 5.905.236 eleitores, o que corresponde a 81,82% do eleitorado apto. A abstenção foi de 1.311.753, ou 18,18%.

Do total apurado, 5.265.627 votos foram válidos, equivalente a 89,17% do total de votos. Dentro desse conjunto, 5.101.066 foram nominais e 163.437 de legenda.

Também foram registrados 387.863 votos em branco e 251.746 nulos. Esses números compõem o resultado oficial e mostram a parcela da votação que entrou, ou não, na disputa pelas vagas.

Qual foi o quociente eleitoral em Pernambuco

O quociente eleitoral foi de 210.580 votos. Esse é o parâmetro usado na distribuição proporcional das cadeiras entre partidos e federações.

No sistema adotado para deputado federal, a vaga não vai apenas para o mais votado no estado. Primeiro, contam os votos que cada legenda ou federação alcança na soma geral.

Depois, as cadeiras ficam com os candidatos mais votados dentro de cada grupo que conquistou espaço na divisão final. Por isso, a posição nominal de um candidato não resolve sozinha o resultado.

Esse desenho explica por que a votação de um nome pode ser maior do que a de outro e, ainda assim, não render vaga. Também explica o contrário, quando uma votação menor entra porque a legenda alcançou cadeira no cálculo.

Quem foram os 25 eleitos

Os eleitos em Pernambuco foram Pedro Campos, Jones Manoel, Anderson Ferreira, Marcelo Gouveia, Juliana de Chaparral, Silvio Costa Filho, Gilson Machado, Felipe Carreras, Lula da Fonte, Rosa Amorim, Carlos Veras, Fernando Filho, Gabriel Porto, Fernando Monteiro, Eduardo Moura, Clarissa Tércio, Iza Arruda, Eliane Soares, Guilherme Uchoa Junior, Waldemar Oliveira, Augusto Coutinho, Clodoaldo Magalhães, Thiago Medina, Liana Cirne e Ricardo Teobaldo.

Entre eles, há nomes eleitos por quociente partidário e por média. O TSE registrou os dois critérios na classificação final, que fecha a ocupação das 25 cadeiras do estado.

Pedro Campos terminou como o mais votado da disputa, com 261.555 votos. Na ponta oposta entre os eleitos, Ricardo Teobaldo foi o último a garantir vaga, com 59.951.

Essa diferença ajuda a entender o peso da distribuição proporcional. O voto individual aparece no resultado, mas a entrada ou não na Câmara depende da combinação entre legenda, quociente e ordem dos nomes dentro de cada grupo.

Como ficou a bancada por partido

O PSB encerrou a apuração com 4 das 25 vagas. Na sequência, PODE, PT, UNIÃO, PSD, REPUBLICANOS, PP, PL, PSOL, NOVO, MDB, AVANTE e PV também alcançaram representação.

Na soma dos votos nominais, o PSB registrou 841.478. O PODE teve 548.751, o PT 470.408, a UNIÃO 433.253, o PSD 433.230, o REPUBLICANOS 420.732, o PP 415.304, o PL 358.582, o PSOL 258.495, o NOVO 200.742, o MDB 191.557, o AVANTE 189.467 e o PV 100.450.

Entre as legendas que não elegeram representantes ficaram PCDOB, PSDB, MISSÃO, SOLIDARIEDADE, PRD, PDT e REDE. Seus totais foram, respectivamente, 96.213, 62.795, 24.445, 18.136, 17.534, 15.132 e 3.061.

A comparação entre os partidos mostra que a disputa em Pernambuco foi pulverizada. Várias legendas atingiram votação relevante, mas nem todas converteram esse resultado em cadeira na Câmara.

Por que Miguel Coelho ficou fora mesmo com mais votos

Miguel Coelho obteve 102.595 votos e não foi eleito. O caso ganhou destaque porque ele teve mais votos do que o último nome que entrou, mas a vaga ficou com outra legenda no fechamento da totalização.

No sistema proporcional, esse tipo de diferença ocorre quando a distribuição das cadeiras passa pela soma da legenda, e não apenas pela votação individual. A lista final respeita a ordem dos mais votados dentro dos partidos e federações que conquistaram espaço.

Em Pernambuco, isso aparece com clareza na comparação entre Miguel Coelho e Ricardo Teobaldo. Um teve votação maior; o outro ficou com a última cadeira porque sua legenda alcançou o resultado necessário na divisão final.

O dado mais forte da apuração não é só quem terminou com mandato, mas a distância entre votos recebidos e vagas obtidas. Essa é a característica central da eleição proporcional para a Câmara dos Deputados.

O que os números de votação dizem sobre a disputa

Entre os eleitos, a votação ficou espalhada por faixas diferentes. Os maiores índices concentraram-se nos primeiros colocados, enquanto os últimos nomes da lista entraram com margens menores dentro da distribuição final.

O conjunto dos suplentes também ajuda a enxergar a disputa. Miguel Coelho liderou esse grupo, seguido por Renildo Calheiros, Lucas Ramos, Edilson Tavares, Sargento Almeida, Daniel Coelho, Coronel Meira, Kari Santos, Pastor Eurico e Charlles de Tiringa.

Esses nomes ficaram fora da Câmara nesta totalização, embora tenham recebido votações expressivas. No resultado proporcional, a proximidade entre números individuais não garante a mesma posição na lista final.

O quadro de Pernambuco mostra uma eleição com vários partidos competitivos e uma divisão de vagas que não acompanha, de forma direta, a ordem geral dos mais votados.

Qual foi o perfil etário dos eleitos

Entre os eleitos, o perfil de idade apontou mais novo com 23 anos, mais velho com 63 anos e média de 45 anos. O dado integra a totalização oficial e descreve a composição da bancada.

Esse recorte etário aparece apenas como informação de perfil. Ele não altera a ordem da apuração nem interfere na distribuição das cadeiras.

Quando sai a diplomação e quando começa o mandato

Depois da totalização, a próxima etapa prevista é a diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral, em dezembro de 2026. A posse dos deputados federais está marcada para 1º de fevereiro de 2027.

O mandato terá quatro anos. Até lá, a relação divulgada pelo TSE permanece como resultado oficial da eleição em Pernambuco.

Essa sequência encerra a fase de votação e abre o calendário institucional do cargo. A apuração define quem recebeu as vagas; a diplomação e a posse formalizam o exercício do mandato.

Como a participação do eleitorado aparece no resultado

O eleitorado apto nas seções totalizadas foi o mesmo total informado para Pernambuco, com 7.216.989 pessoas. A apuração alcançou todas as seções, sem pendência no fechamento do resultado.

O total de votos válidos, brancos e nulos ajuda a medir a dimensão da disputa. Dos votos registrados, 89,17% entraram na contagem válida, enquanto o restante se distribuiu entre abstenção, brancos e nulos.

A diferença entre comparecimento e abstenção mostra o tamanho da participação no estado. Esses dados fazem parte do balanço final do TSE e acompanham a definição das 25 vagas.

Na prática, a leitura completa da eleição depende tanto da votação das candidaturas quanto do comportamento do eleitorado. Os dois blocos de informação compõem o resultado oficial.

Perguntas frequentes

Quantas vagas Pernambuco elege para deputado federal?
O estado tem 25 cadeiras na Câmara dos Deputados.

Quem teve mais votos na disputa?
Pedro Campos (PSB) liderou com 261.555 votos.

Quem ficou com menos votos entre os eleitos?
Ricardo Teobaldo (PODE) entrou com 59.951 votos.

Quem terminou na maior bancada?
O PSB fechou com 4 cadeiras.

Miguel Coelho se elegeu?
Não. Ele somou 102.595 votos e ficou fora da Câmara.

Quantos votos válidos Pernambuco teve?
Foram 5.265.627 votos válidos.

Quantos votos de legenda foram registrados?
O total foi de 163.437 votos de legenda.

Quando ocorre a diplomação?
A diplomação dos eleitos está prevista para dezembro de 2026.

Quando começa o mandato?
A posse está marcada para 1º de fevereiro de 2027.

Participação e votos

Seções totalizadas21.418 de 21.418 (100,00%)
Eleitorado apto7.216.989
Compareceram5.905.236 (81,82%)
Abstenção1.311.753 (18,18%)
Votos válidos5.265.627 (89,17%)
Votos em branco387.863 (6,57%)
Votos nulos251.746 (4,26%)
Votos de legenda163.437

A votação em números

Perguntas frequentes

Quantas vagas Pernambuco elege para deputado federal?

O estado tem 25 cadeiras na Câmara dos Deputados.

Quem teve mais votos na disputa?

Pedro Campos (PSB) liderou com 261.555 votos.

Quem ficou com menos votos entre os eleitos?

Ricardo Teobaldo (PODE) entrou com 59.951 votos.

Quem terminou na maior bancada?

O PSB fechou com 4 cadeiras.

Miguel Coelho se elegeu?

Não. Ele somou 102.595 votos e ficou fora da Câmara.

Quantos votos válidos Pernambuco teve?

Foram 5.265.627 votos válidos.

Quando ocorre a diplomação?

A diplomação dos eleitos está prevista para dezembro de 2026.

Com informações de Tribunal Superior Eleitoral.

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