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Eleições 2026

Lincoln Tejota faz 39.105 votos e não entra na Assembleia em Goiás

TSE finaliza totalização em Goiás; MDB tem a maior bancada, e a disputa proporcional deixa candidato com mais votos fora da vaga.

Publicado em · 10 min de leitura
Lincoln Tejota faz 39.105 votos e não entra na Assembleia em Goiás
Foto: Fronteira / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Resumo da notícia

  • Carol do Amiltinho, do MDB, teve 109.002 votos e foi a mais votada da disputa.
  • Lincoln Tejota somou 39.105 votos e não ficou entre os eleitos.
  • O MDB fechou a eleição com 7 das 41 vagas na Assembleia Legislativa de Goiás.
  • O TSE concluiu a totalização às 22:38:37 de 4 de outubro de 2026.

Carol do Amiltinho, do MDB, terminou a disputa para deputado estadual em Goiás com 109.002 votos, a maior votação da eleição. O resultado foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 22:38:37 de 4 de outubro de 2026.

Resultado final em Goiás

A totalização oficial do TSE fechou com 41 vagas preenchidas na Assembleia Legislativa de Goiás. O cargo é proporcional, então a ocupação das cadeiras depende primeiro do desempenho das legendas e das federações no conjunto dos votos válidos.

O quociente eleitoral ficou em 88.731 votos, número usado na distribuição das vagas. Isso significa que a apuração não se limita à votação individual, porque a legenda precisa alcançar força suficiente para entrar na divisão das cadeiras antes de considerar a ordem dos mais votados em cada chapa.

Em Goiás, a totalização foi finalizada com 15.686 seções apuradas de 15.686, o que corresponde a 100,00%. O eleitorado apto nas seções totalizadas somou 5.074.870 eleitores.

Comparecimento, abstenção e tipos de voto

O comparecimento chegou a 3.966.488 eleitores, equivalente a 78,16%. A abstenção foi de 1.108.382, ou 21,84%.

Entre os votos computados, os válidos chegaram a 3.638.116, o que representa 91,72% do total de votos. Dentro desse grupo, houve 3.413.510 votos nominais e 224.475 votos de legenda.

Os votos em branco somaram 209.348, equivalentes a 5,28% do total, e os nulos foram 119.024, ou 3,00%. Esses números ajudam a dimensionar a participação e o peso do voto direto nas chapas.

Como funciona a disputa proporcional

Na eleição para deputado estadual, o sistema é proporcional. Primeiro, as vagas são distribuídas entre partidos e federações que alcançam o quociente eleitoral. Só depois disso entram os nomes mais votados de cada legenda para ocupar as cadeiras obtidas.

Por esse modelo, um candidato com votação alta pode ficar fora se a chapa não alcançar vaga suficiente. Também pode acontecer o contrário, com um nome eleito com menos votos porque a legenda acumulou desempenho bastante para garantir cadeira na divisão geral.

Em Goiás, essa lógica apareceu de forma direta na lista final. Lincoln Tejota, do UNIÃO, teve 39.105 votos e terminou fora da relação de eleitos, enquanto Neto Karfan, do NOVO, entrou com 18.628 votos.

Quem foi eleito e quem liderou a votação

Entre os 41 eleitos, Carol do Amiltinho, do MDB, liderou a votação com 109.002 votos, seguida por Fabricio Rosa, do PT, com 81.540. Issy Quinan, do MDB, fechou a terceira posição com 73.433.

Na outra ponta da lista dos eleitos, Neto Karfan, do NOVO, encerrou a relação com 18.628 votos. Isso mostra a diferença entre a votação individual e a posição conquistada na distribuição proporcional das cadeiras.

Também entraram na Assembleia nomes como Paulo do Vale, Amauri Ribeiro, Gcm Romário Policarpo, Virmondes Cruvinel, Lineu Olimpio, Wilde Cambão, Antonio Gomide, Dr. George Morais, José Machado, André do Premium, Cairo Salim, Jamil Calife, Lissauer Vieira, Charles Bento, Kátia, Dr. Amarildo, Bia de Lima, Talles Barreto, Wagner Neto, Coronel Urzeda, Joscilene do Mangão, Eduardo Prado, Anderson Teodoro, Paulo Cezar Martins, Graciele da Arte Trigo, Alessandro Moreira, Paulin Vai Nele, Coronel Edson Raiado, Henrique César, Marquinho, Cardoso, Gustavo Sebba, Keke da Vulkanic, Rubens Marques, Bessa, Lucas Kitão e Willian Panda.

  1. Carol do Amiltinho (MDB, nº 15100): 109.002 votos (3,00% dos válidos), Eleito por QP
  2. Fabricio Rosa (PT, nº 13000): 81.540 votos (2,24% dos válidos), Eleito por QP
  3. Issy Quinan (MDB, nº 15900): 73.433 votos (2,02% dos válidos), Eleito por QP
  4. Paulo do Vale (PSD, nº 55244): 72.792 votos (2,00% dos válidos), Eleito por QP
  5. Amauri Ribeiro (PL, nº 22000): 69.556 votos (1,91% dos válidos), Eleito por QP
  6. Gcm Romário Policarpo (CIDADANIA, nº 23153): 55.337 votos (1,52% dos válidos), Eleito por QP
  7. Virmondes Cruvinel (UNIÃO, nº 44321): 53.821 votos (1,48% dos válidos), Eleito por QP
  8. Lineu Olimpio (MDB, nº 15044): 53.569 votos (1,47% dos válidos), Eleito por QP
  9. Wilde Cambão (UNIÃO, nº 44555): 53.550 votos (1,47% dos válidos), Eleito por QP
  10. Antonio Gomide (PT, nº 13456): 51.747 votos (1,42% dos válidos), Eleito por QP
  11. Dr. George Morais (MDB, nº 15150): 51.528 votos (1,42% dos válidos), Eleito por QP
  12. José Machado (PSDB, nº 45678): 49.950 votos (1,37% dos válidos), Eleito por QP
  13. André do Premium (UNIÃO, nº 44333): 49.718 votos (1,37% dos válidos), Eleito por QP
  14. Cairo Salim (MDB, nº 15123): 48.192 votos (1,32% dos válidos), Eleito por QP
  15. Jamil Calife (PP, nº 11000): 47.993 votos (1,32% dos válidos), Eleito por QP
  16. Lissauer Vieira (PL, nº 22333): 46.056 votos (1,27% dos válidos), Eleito por QP
  17. Charles Bento (MDB, nº 15600): 45.901 votos (1,26% dos válidos), Eleito por QP
  18. Kátia (PT, nº 13013): 43.687 votos (1,20% dos válidos), Eleito por QP
  19. Dr. Amarildo (NOVO, nº 30111): 43.130 votos (1,19% dos válidos), Eleito por QP
  20. Bia de Lima (PT, nº 13123): 42.980 votos (1,18% dos válidos), Eleito por média
  21. Talles Barreto (UNIÃO, nº 44123): 41.429 votos (1,14% dos válidos), Eleito por média
  22. Wagner Neto (SOLIDARIEDADE, nº 77123): 40.710 votos (1,12% dos válidos), Eleito por QP
  23. Coronel Urzeda (PL, nº 22001): 40.116 votos (1,10% dos válidos), Eleito por QP
  24. Joscilene do Mangão (AGIR, nº 36222): 39.977 votos (1,10% dos válidos), Eleito por QP
  25. Eduardo Prado (PL, nº 22123): 39.446 votos (1,08% dos válidos), Eleito por QP
  26. Anderson Teodoro (PRD, nº 25789): 39.424 votos (1,08% dos válidos), Eleito por QP
  27. Paulo Cezar Martins (MDB, nº 15601): 39.275 votos (1,08% dos válidos), Eleito por média
  28. Graciele da Arte Trigo (AGIR, nº 36555): 37.252 votos (1,02% dos válidos), Eleito por média
  29. Alessandro Moreira (PRD, nº 25111): 36.300 votos (1,00% dos válidos), Eleito por QP
  30. Paulin Vai Nele (PRD, nº 25555): 33.588 votos (0,92% dos válidos), Eleito por média
  31. Coronel Edson Raiado (PSD, nº 55777): 32.717 votos (0,90% dos válidos), Eleito por média
  32. Henrique César (PODE, nº 20100): 32.364 votos (0,89% dos válidos), Eleito por QP
  33. Marquinho (PL, nº 22221): 31.039 votos (0,85% dos válidos), Eleito por média
  34. Cardoso (REPUBLICANOS, nº 10123): 30.397 votos (0,84% dos válidos), Eleito por QP
  35. Gustavo Sebba (PSDB, nº 45222): 28.231 votos (0,78% dos válidos), Eleito por QP
  36. Keke da Vulkanic (MOBILIZA, nº 33777): 25.163 votos (0,69% dos válidos), Eleito por QP
  37. Rubens Marques (PSB, nº 40555): 24.564 votos (0,68% dos válidos), Eleito por QP
  38. Bessa (MOBILIZA, nº 33700): 23.413 votos (0,64% dos válidos), Eleito por QP
  39. Lucas Kitão (MOBILIZA, nº 33100): 22.731 votos (0,62% dos válidos), Eleito por QP
  40. Willian Panda (PODE, nº 20800): 21.724 votos (0,60% dos válidos), Eleito por QP
  41. Neto Karfan (NOVO, nº 30000): 18.628 votos (0,51% dos válidos), Eleito por QP

Partidos e federações que mais elegeram deputados

O MDB terminou como a maior bancada, com 7 eleitos e 535.913 votos nominais somados. Foi a sigla que mais converteu votos em cadeiras na disputa estadual.

Na sequência vieram PL, com 5 eleitos e 394.256 votos nominais; PT, com 4 eleitos e 302.516 votos; e UNIÃO, também com 4 eleitos e 294.244 votos. MOBILIZA fechou com 3 cadeiras e 277.534 votos nominais.

PRD somou 177.023 votos e elegeu 3 nomes. PSDB fechou com 2 cadeiras e 223.998 votos. NOVO, PODE, AGIR, PSD, SOLIDARIEDADE, REPUBLICANOS, PSB, PP e CIDADANIA também tiveram representação na Assembleia, com bancadas de tamanhos diferentes.

Do outro lado, DEMOCRATA, DC, PSOL e PCDOB não alcançaram vaga. A distribuição final mostra que a entrada na Assembleia depende tanto do total partidário quanto da performance dos candidatos dentro de cada chapa.

  • MDB: 535.913 votos nominais, 7 eleitos
  • PL: 394.256 votos nominais, 5 eleitos
  • PT (federação PT/PC do B/PV): 302.516 votos nominais, 4 eleitos
  • UNIÃO (federação UNIÃO/PP): 294.244 votos nominais, 4 eleitos
  • MOBILIZA: 277.534 votos nominais, 3 eleitos
  • PRD (federação PRD/SOLIDARIEDADE): 177.023 votos nominais, 3 eleitos
  • PSDB (federação PSDB/CIDADANIA): 223.998 votos nominais, 2 eleitos
  • NOVO: 205.608 votos nominais, 2 eleitos
  • PODE: 185.425 votos nominais, 2 eleitos
  • AGIR: 166.303 votos nominais, 2 eleitos
  • PSD: 147.218 votos nominais, 2 eleitos
  • SOLIDARIEDADE (federação PRD/SOLIDARIEDADE): 139.037 votos nominais, 1 eleito
  • REPUBLICANOS: 101.212 votos nominais, 1 eleito
  • PSB: 78.562 votos nominais, 1 eleito
  • PP (federação UNIÃO/PP): 65.648 votos nominais, 1 eleito
  • CIDADANIA (federação PSDB/CIDADANIA): 55.835 votos nominais, 1 eleito
  • DEMOCRATA: 51.787 votos nominais, 0 eleitos
  • DC: 3.104 votos nominais, 0 eleitos
  • PSOL (federação PSOL/REDE): 2.926 votos nominais, 0 eleitos
  • PCDOB (federação PT/PC do B/PV): 2.021 votos nominais, 0 eleitos

Os primeiros suplentes da legenda

Logo abaixo dos eleitos, a relação dos mais votados que não conseguiram vaga foi aberta por Lincoln Tejota, do UNIÃO, com 39.105 votos. Em seguida vieram Mauro Rubem, do PT, com 38.206, e Cristiano Galindo, do SOLIDARIEDADE, com 32.709.

Também ficaram como primeiros suplentes Cristóvão, do PRD, com 31.454 votos; Carlão da Fox, do MDB, com 30.514; Julio Pina, do SOLIDARIEDADE, com 30.225; Carlinhos Canzi, do PL, com 30.151; Major Araújo, do PL, com 29.234; Delegado Cristiomário, do AGIR, com 28.926; e Pabio Mossoró, do MDB, com 28.212.

Essa lista reforça o efeito da regra proporcional. A votação isolada pode colocar o candidato entre os mais votados do estado, mas a cadeira depende do conjunto da legenda e da forma como as vagas são distribuídas.

  1. Lincoln Tejota (UNIÃO): 39.105 votos (1,07%)
  2. Mauro Rubem (PT): 38.206 votos (1,05%)
  3. Cristiano Galindo (SOLIDARIEDADE): 32.709 votos (0,90%)
  4. Cristóvão (PRD): 31.454 votos (0,86%)
  5. Carlão da Fox (MDB): 30.514 votos (0,84%)
  6. Julio Pina (SOLIDARIEDADE): 30.225 votos (0,83%)
  7. Carlinhos Canzi (PL): 30.151 votos (0,83%)
  8. Major Araújo (PL): 29.234 votos (0,80%)
  9. Delegado Cristiomário (AGIR): 28.926 votos (0,80%)
  10. Pabio Mossoró (MDB): 28.212 votos (0,78%)

Faixa etária dos eleitos

O perfil etário dos eleitos variou do mais novo, com 32 anos, ao mais velho, com 66. A média ficou em 49 anos.

Esse dado resume apenas a composição etária da lista final e não altera a distribuição das vagas. A definição dos eleitos continua ligada ao resultado partidário e à votação obtida por cada nome dentro da legenda.

O que acontece agora

A diplomação dos eleitos será feita pela Justiça Eleitoral em dezembro de 2026. Depois disso, deputados federais, estaduais e distritais eleitos tomam posse em 1º de fevereiro de 2027, para mandato de quatro anos.

Até essa etapa, o resultado já está consolidado pela totalização oficial do TSE, que encerrou a apuração das 15.686 seções no estado. Com isso, a relação de eleitos e suplentes fica definida conforme a soma de votos e a regra proporcional aplicada em Goiás.

Seções totalizadas15.686 de 15.686 (100,00%)
Eleitorado apto5.074.870
Compareceram3.966.488 (78,16%)
Abstenção1.108.382 (21,84%)
Votos válidos3.638.116 (91,72%)
Votos em branco209.348 (5,28%)
Votos nulos119.024 (3,00%)
Votos de legenda224.475

Perguntas frequentes

Quem teve mais votos na disputa em Goiás? Carol do Amiltinho, do MDB, terminou em primeiro lugar na votação para deputado estadual.

Qual foi o nome mais votado que não se elegeu? Lincoln Tejota, do UNIÃO, ficou fora da lista de eleitos.

Quem entrou com menos votos entre os eleitos? Neto Karfan, do NOVO, fechou a lista dos 41 eleitos.

Quantas vagas a Assembleia de Goiás tinha em disputa? Eram 41 vagas no total.

Qual foi a maior bancada da eleição? O MDB terminou com 7 cadeiras.

Quando será a diplomação? A Justiça Eleitoral fará a diplomação em dezembro de 2026.

Quando começa o mandato? A posse está marcada para 1º de fevereiro de 2027.

Perguntas frequentes

Quem teve mais votos na disputa em Goiás?

Carol do Amiltinho, do MDB, terminou em primeiro lugar na votação para deputado estadual.

Qual foi o nome mais votado que não se elegeu?

Lincoln Tejota, do UNIÃO, ficou fora da lista de eleitos.

Quem entrou com menos votos entre os eleitos?

Neto Karfan, do NOVO, fechou a lista dos 41 eleitos.

Quantas vagas a Assembleia de Goiás tinha em disputa?

Eram 41 vagas no total.

Qual foi a maior bancada da eleição?

O MDB terminou com 7 cadeiras.

Quando será a diplomação?

A Justiça Eleitoral fará a diplomação em dezembro de 2026.

Quando começa o mandato?

A posse está marcada para 1º de fevereiro de 2027.

Com informações de Tribunal Superior Eleitoral.

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