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Eleições 2026

Santa Catarina elege Carol de Toni e Carlos Bolsonaro ao Senado

Totalização do TSE em Santa Catarina já tem 93,84% das seções apuradas e definiu as duas vagas do Senado.

Publicado em · Atualizado em · 5 min de leitura
Santa Catarina elege Carol de Toni e Carlos Bolsonaro ao Senado
Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Resumo da notícia

  • Carol de Toni e Carlos Bolsonaro ficaram com as duas vagas do Senado em Santa Catarina.
  • O TSE informou atualização em 04/10/2026 às 19:32:03, com 93,84% das seções totalizadas.
  • A apuração estadual registrou 4.340.683 comparecimentos e 1.010.301 abstenções.
  • A diplomação está prevista para dezembro de 2026, e a posse será em 1º de fevereiro de 2027.

Carol de Toni e Carlos Bolsonaro foram eleitos ao Senado por Santa Catarina, segundo totalização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizada em 04/10/2026 às 19:32:03. Com 93,84% das seções totalizadas, o resultado já está matematicamente definido para as duas vagas em disputa.

Como está a totalização em Santa Catarina

Até a atualização informada pelo TSE, 16.259 de 17.326 seções haviam sido contabilizadas. O eleitorado apto nessas seções somava 5.350.984, dentro de um total de 5.719.541 no estado.

O comparecimento alcançou 4.340.683 eleitores, o que representa 81,12%. A abstenção foi de 1.010.301, equivalente a 18,88%.

Participação e votos

Seções totalizadas17.102 de 17.326 (98,71%)
Eleitorado apto5.644.347
Compareceram4.573.598 (81,03%)
Abstenção1.070.749 (18,97%)
Votos válidos7.935.855
Votos em branco598.866 (6,55%)
Votos nulos600.651 (6,57%)

A votação em números

O que o TSE já contabilizou na votação para senador

Na apuração do Senado, os votos válidos chegaram a 7.534.253, número que corresponde a 99,85% do total apurado. Houve ainda 565.550 votos em branco e 570.357 votos nulos.

Entre os válidos, todos foram nominais. Não houve votos de legenda para o cargo.

Quem ficou com as duas vagas

Carol de Toni, do PL, recebeu 2.522.316 votos, o equivalente a 33,43% dos válidos. Carlos Bolsonaro, também do PL, somou 1.902.100 votos, com 25,21% dos válidos.

Como o cargo é majoritário e as vagas são preenchidas pelos mais votados até o limite da disputa, os dois nomes ficaram com as cadeiras em jogo neste turno único.

Quem aparece na sequência da votação

Na ordem informada pela totalização, os demais candidatos foram Esperidião Amin, com 1.159.315 votos, Décio Lima, com 774.263, Afrânio Boppré, com 619.176, Lunelli, com 455.131, Túlio de Amorim Pfuetzenreiter, com 55.941, Ana Lucia da Silveira Machado, com 16.164, Jeferson Rocha, com 13.254, e Carol, com 11.206.

Esses números ajudam a mostrar a distância entre os dois primeiros colocados e os demais concorrentes na disputa pelas vagas do Senado.

Como funciona a eleição para senador

O Senado elege dois nomes por estado nesta disputa. Não há segundo turno. A definição ocorre pela quantidade de votos recebidos, até o preenchimento das vagas previstas.

Mesmo com o resultado já definido, a Justiça Eleitoral ainda conclui a totalização oficial antes da diplomação.

O que acontece depois da apuração

A diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral está prevista para dezembro de 2026. Depois disso, os senadores tomam posse em 1º de fevereiro de 2027.

O mandato no cargo é de oito anos, conforme a regra da eleição para o Senado.

Como ficou o quadro em outras disputas no estado

Na apuração para governador, Jorginho Mello liderava com 2.744.874 votos, seguido por Gelson Merísio, com 628.457, e João Rodrigues, com 542.609. Em quarto lugar aparecia Marcelo Brigadeiro, com 43.763 votos.

Na eleição para deputado federal, Julia Zanatta aparecia na frente com 527.441 votos. Na sequência vinham Ana Paula Lima, com 188.313, Professor Pedro Uczai, com 159.087, Jair Bolsonaro, com 121.238, Sargento Lima, com 119.422, Pezenti, com 118.971, Gilson Marques, com 114.278, Giovana Mondardo, com 108.145, Julio Garcia, com 103.976, e Valdir Cobalchini, com 95.612.

Já na disputa por deputado estadual, Ana Campagnolo seguia à frente com 360.932 votos. Depois apareciam Luciane Carminatti, com 118.902, Sérgio Guimarães, com 77.920, Dr. Vicente, com 76.625, Lucas Neves, com 71.921, Guilherme Colombo, com 71.106, Fernando Krelling, com 65.425, Mauro de Nadal, com 64.375, Massocco, com 63.640, e Marquito, com 62.590.

Perguntas frequentes

O resultado do Senado em Santa Catarina já está definido?

Sim. O TSE informou que a diferença entre os candidatos já é maior do que os votos que ainda faltam entrar.

Quantas vagas estavam em disputa no Senado catarinense?

Eram duas vagas.

Há suplentes para o cargo de senador?

Os dados oficiais trazem suplentes nas chapas dos eleitos, mas a disputa para o cargo é pela vaga principal, que é definida pelos votos recebidos.

Quando a Justiça Eleitoral vai diplomar os eleitos?

A diplomação está prevista para dezembro de 2026.

Quando os senadores tomam posse?

A posse está marcada para 1º de fevereiro de 2027.

O cargo de senador tem segundo turno?

Não. A eleição é majoritária e termina no primeiro turno, com os mais votados até o número de vagas.

Quantas seções faltavam para a totalização completa?

Faltavam 1.067 seções, considerando o total de 17.326 informado pelo TSE.

Quantos votos nominais foram contabilizados para senador?

Foram 7.534.253 votos nominais, sem registro de voto de legenda para esse cargo.

Os números oficiais

  1. Carol de Toni (PL, nº 221): 2.522.316 votos (33,43% dos válidos) | 1º suplente Geraldo Wetzel Neto, 2º suplente Andrey Tomazi
  2. Carlos Bolsonaro (PL, nº 222): 1.902.100 votos (25,21% dos válidos) | 1º suplente Rafael Caleffi, 2º suplente Balduino Rodrigues

Perguntas frequentes

O resultado do Senado em Santa Catarina já está definido?

Sim. O TSE informou que a diferença entre os candidatos já é maior do que os votos que ainda faltam entrar.

Quantas vagas estavam em disputa no Senado catarinense?

Eram duas vagas.

Há suplentes para o cargo de senador?

Os dados oficiais trazem suplentes nas chapas dos eleitos, mas a disputa para o cargo é pela vaga principal, que é definida pelos votos recebidos.

Quando a Justiça Eleitoral vai diplomar os eleitos?

A diplomação está prevista para dezembro de 2026.

Quando os senadores tomam posse?

A posse está marcada para 1º de fevereiro de 2027.

Com informações de Tribunal Superior Eleitoral.

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