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Goiânia

Júri em Goiânia condena dois policiais pela morte de Davi Sebba

Tribunal do Júri de Goiânia conclui processo 14 anos após o crime e define penas para dois réus.

Publicado em · 3 min de leitura
Júri em Goiânia condena dois policiais pela morte de Davi Sebba
Imagem ilustrativa

Resumo da notícia

  • O Tribunal do Júri de Goiânia concluiu, na sexta-feira (2), o julgamento dos três policiais militares acusados no caso Davi Sebba.
  • O soldado Jonathas Atenevir Jordão foi condenado por homicídio qualificado e recebeu pena de 12 anos de prisão.
  • O tenente Ednailton Pereira de Souza foi condenado por homicídio simples e porte ilegal de arma, com pena de 10 anos.
  • O sargento Luiz Frederico de Oliveira foi absolvido das acusações de homicídio e porte de arma.

O Tribunal do Júri de Goiânia terminou, nesta sexta-feira (2), o julgamento dos três policiais militares acusados de participação na morte do advogado Davi Sebba Ramalho. Ao final da votação, dois réus foram condenados e um foi absolvido.

Quais foram as condenações definidas pelo júri?

O soldado Jonathas Atenevir Jordão, apontado na denúncia como autor dos disparos, foi condenado por homicídio qualificado. A pena fixada foi de 12 anos de prisão. Ele também foi absolvido da acusação de porte ilegal de arma no quesito genérico.

O tenente Ednailton Pereira de Souza recebeu condenação por homicídio simples e por porte ilegal de arma de fogo. A pena aplicada foi de 10 anos de prisão.

Já o sargento Luiz Frederico de Oliveira foi absolvido da acusação de homicídio no quesito genérico. Na acusação de porte de arma, houve absolvição por negativa de autoria.

O que muda com a decisão para o caso em Goiânia?

Com o desfecho do júri, o processo criminal tem agora uma definição de responsabilidade dos réus na esfera popular. A sentença completa ainda será disponibilizada pelo Poder Judiciário.

Segundo nota divulgada pela assessoria de Jonathas Atenevir Jordão, o juiz presidente reconheceu que ele não tem condenações criminais anteriores, apresenta conduta social positiva e colaborou com os atos processuais. Ainda de acordo com a assessoria, o magistrado também registrou a inexistência de elementos para prisão cautelar e garantiu ao soldado o direito de aguardar em liberdade eventual recurso.

Onde ocorreu o crime e por que o julgamento demorou?

O crime aconteceu em 5 de julho de 2012, em Goiânia, no estacionamento de um supermercado na região da Avenida T-9. Davi Sebba tinha 38 anos e foi atingido dentro do próprio veículo.

O julgamento ocorreu 14 anos depois da morte do advogado. Segundo a apuração relatada no processo, o caso passou por longa tramitação judicial, com diferentes versões sobre a ocorrência, debates sobre provas e decisões que alteraram a situação processual dos acusados até chegar ao júri popular.

Como fica a situação dos réus após a sentença?

Até a divulgação integral da sentença, o que está definido é a condenação de Jonathas Atenevir Jordão e de Ednailton Pereira de Souza, além da absolvição de Luiz Frederico de Oliveira. Os próximos passos dependem da publicação da decisão e de eventual recurso.

Para o morador de Goiânia, o caso encerra uma etapa judicial de um crime ocorrido na capital e acompanhado por anos no sistema de Justiça local.

Perguntas frequentes

O júri aconteceu em qual cidade?
O julgamento terminou em Goiânia, no Tribunal do Júri da capital.

Quais penas foram definidas?
Jonathas Atenevir Jordão recebeu 12 anos de prisão e Ednailton Pereira de Souza, 10 anos.

O terceiro réu foi condenado?
Não. O sargento Luiz Frederico de Oliveira foi absolvido das acusações.

Quando o crime aconteceu?
Em 5 de julho de 2012, em Goiânia.

Perguntas frequentes

O júri aconteceu em qual cidade?

O julgamento terminou em Goiânia, no Tribunal do Júri da capital.

Quais penas foram definidas?

Jonathas Atenevir Jordão recebeu 12 anos de prisão e Ednailton Pereira de Souza, 10 anos.

O terceiro réu foi condenado?

Não. O sargento Luiz Frederico de Oliveira foi absolvido das acusações.

Quando o crime aconteceu?

Em 5 de julho de 2012, em Goiânia.

Com informações de Jornal Opção.

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