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Eleições 2026

Lucio Mosquini lidera Rondônia com 16,93% dos votos

TSE finaliza totalização: PL e PODE ficam com a maior parte das 8 vagas (PL 3, PODE 2, UNIÃO 2, PSD 1).

Publicado em · 11 min de leitura
Lucio Mosquini lidera Rondônia com 16,93% dos votos
Foto: O Tribunal da Democracia / Flickr (CC PDM 1.0) (ilustrativa)

Resumo da notícia

  • Lucio Mosquini ficou na frente da apuração com 158.421 votos.
  • O PL fez a maior bancada e levou três das oito vagas.
  • O quociente eleitoral foi de 116.617 votos na totalização finalizada pelo TSE.
  • A diplomação dos eleitos está prevista para dezembro de 2026.

Lucio Mosquini liderou a apuração para deputado federal em Rondônia com 158.421 votos, segundo totalização finalizada pelo Tribunal Superior Eleitoral em 4 de outubro de 2026, às 19:50:15, no horário de Brasília.

  1. Lucio Mosquini (PL, nº 2222): 158.421 votos (16,93% dos válidos), Eleito por QP
  2. Coronel Chrisóstomo (PL, nº 2210): 51.487 votos (5,50% dos válidos), Eleito por QP
  3. Thiago Flores (UNIÃO, nº 4422): 43.143 votos (4,61% dos válidos), Eleito por QP
  4. Joliane Furia (PSD, nº 5510): 42.528 votos (4,55% dos válidos), Eleito por média
  5. Sofia Andrade (PL, nº 2233): 37.984 votos (4,06% dos válidos), Eleito por média
  6. Cristiane Lopes (PODE, nº 2022): 37.005 votos (3,95% dos válidos), Eleito por QP
  7. Maurício Carvalho (UNIÃO, nº 4444): 36.242 votos (3,87% dos válidos), Eleito por média
  8. Dr. Jaime Gazola (PODE, nº 2011): 35.398 votos (3,78% dos válidos), Eleito por média

Como ficou a disputa pelas oito vagas

Rondônia terminou a eleição com 8 cadeiras preenchidas e a divisão final concentrada em quatro partidos. O resultado também mostra que a votação individual não definiu sozinha a ordem das vagas, porque o sistema proporcional depende da força acumulada pelas legendas.

Entre os eleitos, a maior votação individual ficou com Lucio Mosquini. Na outra ponta da lista, Dr. Jaime Gazola entrou com 35.398 votos. Esse intervalo ajuda a mostrar como a disputa foi organizada dentro das regras da proporcionalidade, e não por uma corrida direta entre nomes isolados.

  • PL: 294.486 votos nominais, 3 eleitos
  • PODE: 148.885 votos nominais, 2 eleitos
  • UNIÃO (federação UNIÃO/PP): 119.574 votos nominais, 2 eleitos
  • PSD: 98.395 votos nominais, 1 eleito
  • PT (federação PT/PC do B/PV): 68.479 votos nominais, 0 eleitos
  • REPUBLICANOS: 67.974 votos nominais, 0 eleitos
  • PRD (federação PRD/SOLIDARIEDADE): 28.934 votos nominais, 0 eleitos
  • PP (federação UNIÃO/PP): 22.549 votos nominais, 0 eleitos
  • MDB: 15.502 votos nominais, 0 eleitos
  • PDT: 10.617 votos nominais, 0 eleitos
  • SOLIDARIEDADE (federação PRD/SOLIDARIEDADE): 8.572 votos nominais, 0 eleitos
  • NOVO: 8.104 votos nominais, 0 eleitos
  • AVANTE: 5.415 votos nominais, 0 eleitos
  • MISSÃO: 3.853 votos nominais, 0 eleitos
  • PSOL (federação PSOL/REDE): 1.608 votos nominais, 0 eleitos
  • PSB: 1.567 votos nominais, 0 eleitos
  • DC: 1.008 votos nominais, 0 eleitos
  • PV (federação PT/PC do B/PV): 689 votos nominais, 0 eleitos

O quadro final reuniu PL, PODE, UNIÃO e PSD. O PL ficou com 3 cadeiras, PODE e UNIÃO com 2 cada um, e o PSD com 1. A composição final refletiu a soma dos votos nominais e de legenda de cada agrupamento político no estado.

O que a totalização do TSE mostra sobre o eleitorado

A totalização foi encerrada com todas as seções apuradas em Rondônia. O eleitorado apto nas seções totalizadas foi de 1.265.008, o que dá a dimensão do universo que participou da votação neste turno e permite medir a adesão ao processo eleitoral no estado.

O comparecimento chegou a 990.313 eleitores, enquanto a abstenção somou 274.695. Esses números aparecem como parte da leitura geral da eleição porque ajudam a situar o tamanho da participação em relação ao total de pessoas aptas a votar.

Seções totalizadas4.698 de 4.698 (100,00%)
Eleitorado apto1.265.008
Compareceram990.313 (78,29%)
Abstenção274.695 (21,71%)
Votos válidos935.697 (94,48%)
Votos em branco35.350 (3,57%)
Votos nulos19.266 (1,95%)
Votos de legenda28.921

Entre os votos registrados, 935.697 foram válidos. Dentro desse conjunto, 904.018 foram nominais e 28.921 de legenda. A apuração também registrou 35.350 votos em branco e 19.266 nulos, que entram no fechamento oficial da votação, mas não alteram a distribuição direta das cadeiras.

Na eleição proporcional, o volume de votos válidos é a base do cálculo que organiza a disputa por mandatos. Em Rondônia, essa base foi a referência usada para chegar ao quociente eleitoral e, depois, separar quais legendas teriam acesso às vagas.

Qual foi o quociente eleitoral em Rondônia

O quociente eleitoral no estado foi de 116.617 votos. Esse número é a divisão entre o total de votos válidos e o número de vagas em disputa, e funciona como a primeira barreira para definir quais partidos e federações entram na partilha das cadeiras.

Na prática, o quociente não elege sozinho nenhum nome. Ele abre o caminho para a legenda disputar vagas e, depois disso, os candidatos mais votados dentro de cada grupo ocupam os lugares conquistados na ordem final da chapa.

É por isso que a lista dos eleitos pode misturar nomes com votações muito diferentes. Um candidato com desempenho individual mais alto pode não ficar com vaga se a legenda não chegar à cadeira necessária, enquanto outro com menos votos pode entrar porque o partido atingiu a condição exigida pelo sistema proporcional.

Como ficaram os partidos na votação nominal

O PL terminou com 294.486 votos nominais e colocou 9 candidatos na disputa estadual. A legenda converteu esse desempenho em 3 mandatos, o maior número entre os partidos que conseguiram representação em Rondônia.

O PODE somou 148.885 votos e lançou 9 nomes, com 2 eleitos. A UNIÃO, registrada como federação UNIÃO/PP, alcançou 119.574 votos com 6 candidatos e também fechou com 2 vagas. O PSD reuniu 98.395 votos, apresentou 8 candidatos e ficou com 1 cadeira.

As demais siglas não alcançaram mandato. Entre elas estão PT, REPUBLICANOS, PRD, PP, MDB, PDT, SOLIDARIEDADE, NOVO, AVANTE, MISSÃO, PSOL, PSB, DC e PV, todas com votações próprias, mas sem conversão em lugar na bancada federal do estado.

  1. Rafael Fera (PODE): 25.462 votos (2,72%)
  2. Anselmo de Jesus (PT): 21.771 votos (2,33%)
  3. Jônatas França (REPUBLICANOS): 20.296 votos (2,17%)
  4. Pastor Evanildo (PSD): 20.048 votos (2,14%)
  5. Márcio Freitas Federal do Povo (PL): 19.394 votos (2,07%)
  6. Jabá Moreira (PT): 16.237 votos (1,74%)
  7. Dra. Tânia Sena (PODE): 16.137 votos (1,72%)
  8. Professora Márcia Regina (PT): 15.440 votos (1,65%)
  9. Ellis Regina do Sindeprof (UNIÃO): 15.002 votos (1,60%)
  10. Coronel Braguin (REPUBLICANOS): 13.152 votos (1,41%)

Quem ficou mais votado entre os não eleitos

Rafael Fera liderou a relação dos mais votados que não alcançaram vaga. A lista dos suplentes mostra como a eleição proporcional pode concentrar votos em candidatos que, mesmo com desempenho expressivo, ficam fora da composição final porque a legenda não transforma essa votação em cadeira.

Depois dele apareceram Anselmo de Jesus, Jônatas França, Pastor Evanildo, Márcio Freitas Federal do Povo e outros nomes que encerraram a disputa sem ocupar uma das oito vagas. O conjunto desses resultados ajuda a entender a diferença entre votação pessoal e resultado partidário.

Na prática, a suplência registra quem ficou mais perto da cadeira dentro da própria disputa. Esse grupo também é útil para mostrar como o partido ou a federação pode avançar na lista de eleitos sem que todos os nomes mais votados cruzem a linha final da representação.

Como a ordem dos eleitos foi definida

Os oito eleitos não entraram no resultado apenas por terem as maiores votações gerais do estado. A ordem final surgiu da combinação entre desempenho individual e acesso da legenda às vagas obtidas no cálculo proporcional.

Lucio Mosquini ficou com a maior votação da disputa e foi eleito por quociente partidário. Coronel Chrisóstomo e Thiago Flores também entraram nessa lógica, assim como Cristiane Lopes. Já Joliane Furia, Sofia Andrade, Maurício Carvalho e Dr. Jaime Gazola foram eleitos pela média.

Essa diferença entre quociente partidário e média aparece porque a eleição proporcional distribui as vagas em etapas. Primeiro, a legenda precisa alcançar condição para disputar. Depois, as vagas restantes são ocupadas conforme o desempenho interno e as médias calculadas na totalização oficial.

O que significa eleição por quociente e por média

Eleito por quociente partidário é o candidato que entra na vaga obtida diretamente pela legenda no primeiro cálculo de distribuição. Eleito por média é o nome que avança nas etapas seguintes, quando sobra cadeira a preencher e a Justiça Eleitoral aplica o critério de redistribuição previsto para o sistema proporcional.

Isso explica por que a lista dos eleitos mistura formas diferentes de chegada ao mandato. O resultado não separa apenas quem teve mais votos, mas também como cada partido ou federação se comportou na soma geral da eleição.

Em Rondônia, essa distinção aparece claramente porque os oito nomes eleitos não vieram todos pela mesma porta de entrada. Parte entrou pela força direta da legenda, e parte passou pelas etapas seguintes de distribuição das vagas.

O que acontece depois da totalização

Com a totalização encerrada, o próximo passo é a diplomação, prevista para dezembro de 2026 pela Justiça Eleitoral. Esse ato formaliza o resultado e encerra a fase eleitoral antes do início do mandato.

A posse dos deputados federais está marcada para 1º de fevereiro de 2027. A partir dessa data, o mandato passa a vigorar por quatro anos, dentro do calendário previsto para a Câmara dos Deputados.

O fechamento oficial do TSE também consolida a lista de eleitos e suplentes, além da distribuição por partido. Essa etapa é a referência institucional usada para registrar o resultado definitivo da eleição no estado.

Como a votação ficou entre os eleitos

A lista final reuniu nomes de quatro partidos e fechou a distribuição das vagas do estado. A maior votação individual ficou com Lucio Mosquini, enquanto a menor entre os eleitos foi de Dr. Jaime Gazola. Entre esses dois extremos, a ordem dos nomes reflete a combinação entre desempenho pessoal e força da legenda.

O resultado também mostra diferenças importantes dentro da própria disputa. Coronel Chrisóstomo veio na sequência do líder, Thiago Flores aparece logo depois e, na parte final da lista, a ocupação das cadeiras passou a depender da regra proporcional e da votação acumulada por cada partido ou federação.

Os números da apuração indicam que a bancada de Rondônia foi fechada com distribuição concentrada. O PL ficou com a maior presença, PODE e UNIÃO dividiram espaço de forma igual, e o PSD completou o grupo dos eleitos.

Por que candidatos muito votados podem não se eleger

Na eleição proporcional, o voto do eleitor ajuda o candidato, mas também fortalece a sigla. Por isso, um nome pode ter votação alta e ainda assim ficar fora da Câmara se o partido não alcançar as condições necessárias para transformar esse desempenho em cadeira.

O inverso também ocorre. Um candidato pode somar menos votos do que outros nomes da disputa e mesmo assim se eleger se a legenda conquistar vaga suficiente e ele estiver bem posicionado dentro da lista interna do partido ou da federação.

Esse mecanismo aparece com clareza em Rondônia. A votação final dos suplentes mostra que a disputa não terminou apenas com uma corrida individual, mas com a conversão da soma partidária em representação efetiva.

Como a votação de Rondônia se distribuiu entre as siglas

O PL foi a sigla com maior votação nominal no estado e também a que mais converteu votos em mandato. O PODE, a UNIÃO e o PSD vieram na sequência e completaram o bloco que conseguiu representação federal.

As demais siglas tiveram votação somada relevante para o conjunto da eleição, mas não cruzaram a linha necessária para entrar na partilha final de cadeiras. O resultado reforça que, na proporcional, o peso do partido é parte central da apuração.

O desenho final da bancada mostra um equilíbrio concentrado em poucas legendas. Isso não muda a regra da eleição, mas revela como a soma de votos nominais e de legenda reorganiza a disputa dentro de cada estado.

Perguntas frequentes sobre a eleição em Rondônia

Quem terminou na frente em Rondônia? Lucio Mosquini foi o mais votado da disputa.

Quantas vagas o estado tinha em jogo? A totalização definiu 8 cadeiras para deputado federal.

Qual foi o partido com mais eleitos? O PL fechou com 3 vagas.

Quem foi o último eleito da lista? Dr. Jaime Gazola apareceu como o eleito com menor votação.

Quem liderou os suplentes? Rafael Fera foi o primeiro entre os não eleitos.

Quando os eleitos serão diplomados? A diplomação está prevista para dezembro de 2026.

Quando começa o mandato? A posse está marcada para 1º de fevereiro de 2027.

O que define a vaga na eleição proporcional? O cálculo começa pelo quociente eleitoral e depois distribui as cadeiras entre os nomes de cada legenda.

Todos os eleitos entraram do mesmo jeito? Não. Parte entrou por quociente partidário e parte por média.

Perguntas frequentes

Quem terminou na frente em Rondônia?

Lucio Mosquini foi o mais votado da disputa.

Quantas vagas o estado tinha em jogo?

A totalização definiu 8 cadeiras para deputado federal.

Qual foi o partido com mais eleitos?

O PL fechou com 3 vagas.

Quem foi o último eleito da lista?

Dr. Jaime Gazola apareceu como o eleito com menor votação.

Quem liderou os suplentes?

Rafael Fera foi o primeiro entre os não eleitos.

Quando os eleitos serão diplomados?

A diplomação está prevista para dezembro de 2026.

Quando começa o mandato?

A posse está marcada para 1º de fevereiro de 2027.

O que define a vaga na eleição proporcional?

O cálculo começa pelo quociente eleitoral e depois distribui as cadeiras entre os nomes de cada legenda.

Todos os eleitos entraram do mesmo jeito?

Não. Parte entrou por quociente partidário e parte por média.

Com informações de Tribunal Superior Eleitoral.

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